Onde está o governo?

Eu nunca, na minha história, tive essa percepção de ausência de governo em meu país. Talvez isso pudesse acontecer, lá na França. Mas isso não é nada.

O que impera no país é a bandidagem. Não esses bandidos comuns que “honestamente” tentam ganhar o pão de cada dia, assaltando, assassinando ou vendendo drogas, mas a bandidagem institucionalizada.

Ouvindo Ricardo Boechat hoje na Bandeirantes (gostei do modelo, ele no rádio e a TV transmitindo) foi possível vislumbrar a que nível chega os bandidos que ocupam o Parlamento, os Palácios de Justiça e todos os prédios do Executivo. Continue lendo

Minha visão sobre as políticas públicas de geração de emprego e renda no Brasil

Em agosto de 2006, quando estudava sociologia tentei agregar meus conhecimentos de economia com minha formação em ciências sociais e fiz um projeto de mestrado. Ele não foi aceito na Academia, mais tenho certeza que o tema está tão atual como nunca. Basta ver o que se passa em Brasília com a tentativa do governo de flexibilizar os direitos trabalhistas e o conflito que esse ato político está gerando.

Quase dez anos depois desse projeto mostro aos leitores do “Vivendocidade” o que eu pensava sobre esse assunto na época.

Esse tema está na ordem do dia e até me lembro dos ensinamentos de Keynes que vi nos cursos de Macroeconomia e de teoria do valor. O Brasil se democratizou mais o pensamento clássico continua tão vivo como nunca. Ora pela direita, ora pela esquerda, se isso ainda tem algum sentido. Vejamos… Continue lendo

Um olhar possível sobre o momento político brasileiro

Depois de muita insistência do editor do Vivendocidade  volto a escrever sobre alguns assuntos que vem tomando conta da mídia nos últimos tempos. Perdoe-me o nobre leitor se por acaso parecer que eu não esteja falando coisa com coisa, porque é realmente por ai.

impotência e derrota
Hoje quero falar sobre o (des)governo da presidente Dilma. Eu nunca, na minha história e nem na história deste país, senti algo parecido. Em outros governos, a sensação de que, por pior que pudesse ser, tínhamos uma pessoa no comando, existia. Até mesmo o Collor foi mais presente no Planalto do que é hoje a presidente Dilma. E parece que isso não tem volta, e pode durar pelo menos mais 4 anos. Continue lendo