“Quer ouvir um troço engradado? Durante a vida toda a gente aprende que todo mundo é diferente. Único. Especial. Dizem pra gente que o importante é como vivemos as nossas vidas. Como se fosse importante, mas isso é besteira. Tudo besteira. Sabe, todo mundo leva a mesma vidinha que o resto do povo. Seja nos Estados Unidos, seja aqui neste mictório que vocês chamam de lar… É tudo as mesma coisa: você se levanta. Vai trabalhar. Volta pra casa. Começa tudo de novo. Toda vida é igual… Toda vida é patética. Mas e a morte, cara? Ahh… Morrer, sim… É aí que a pessoa tem chance de brilhar.”

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3 comentários sobre “”

  1. Rogério disse:

    Um tanto quanto trágico o desfecho deste teu pensamento, não acha? Mas enfim, cada um na sua, como bem quiser. Mas uma dúvida, como saber que na morte uma pessoa tem a chance de brilhar? Corpos inertes que são dados de bom grado à vermes que remoem solidão, como brilhar quando tudo se resume em nada? Quando a produtividade “pós-vida” nada mais é do que esterco para frutificar coisas que ainda estão pra nascer? Não é uma crítica, somente um ponto de vista diferente! Mas… Nada contra…

  2. Concordo com seu ponto de vista. Tranquilo…
    Este é o início de uma HQ do Wildcats, roterizada por Scott Lobdell…

    Quanto à sua questão, a crítica aqui é justamente às pessoas levarem uma vida comum, sem expectativas de sucesso ou coisas assim. Agora, quanto ao binômio morte=fim, é um tanto complicado ambos afirmarmos isso, não acha? Digo, até hoje nunca vi ninguém que foi e voltou para nos dizer como é.

    Então fico apenas com expectativas…

    Abraço!
    Carlos Correa

  3. Léo o Nardo disse:

    meu…que deprê, abre uma skoll! rs
    o sol ta brilahndo la fora…
    a sua vida vc reinventa a cada dia,,
    td depende de como vc encara…
    abs

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