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> <channel><title>Comentários sobre: A divisão do Pará</title> <atom:link href="http://vivendocidade.com/a-divisao-do-para/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://vivendocidade.com/a-divisao-do-para</link> <description></description> <lastBuildDate>Sun, 03 Mar 2013 07:58:52 +0000</lastBuildDate> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <atom:link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com"/><atom:link rel="hub" href="http://superfeedr.com/hubbub"/> <item><title>Por: PESSOA</title><link>http://vivendocidade.com/a-divisao-do-para#comment-908</link> <dc:creator>PESSOA</dc:creator> <pubDate>Fri, 09 Dec 2011 01:40:09 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://vivendocidade.com/?p=4745#comment-908</guid> <description><![CDATA[&lt;p&gt;Os separatistas anunciam aos 4 ventos que dividindo o Pará em três, fica bom, se fosse ser observado só o numero de unidades federativas os recursos seriam os mesmos, entretanto haveremos de convir que entram em observação os fatores população, com base em: IDH, Renda per capita; Percentual de unidades de conservação e áreas indígenas; PIB; e saneamento básico. Quanto a saúde e educação, muito são focados, pelos separatistas, são seguimentos da administração pública alem da estadualização são municipalizadas, razão pela qual as administrações municipais/prefeitos não podem ficar esperando apenas pelas ações governamentais, e sim irem aos ministérios em busca de convênios (os chamados recursos Fundo-a-Fundo) e assim desenvolver ações de qualidade em seus municípios.&lt;br /&gt;
Não podem pensar que os governos estaduais ou federal, estão em seus gabinetes com uma equipe de pai-de-santo no sentido de adivinhar o que está faltando neste ou naquele município, para isso os prefeitos não podem ter “EU”quipe, e sim equipe, no sentido de elaborar projetos com justificativas consistentes.&lt;br /&gt;
Nestas disposições dizemos que o alavancar para o desenvolvimento de uma região carece também do ombrear dos gestores municipais, desde que estes tenham responsabilidade para com o uso do dinheiro público, e não usar como enriquecimento ilícito – e estes que não faltam.&lt;br /&gt;
Temos visto empresários falidos, ou pessoas que não tiveram êxito financeiro em sua vida profissional, buscam na política, através de mandatos eletivos recomporem ou construírem patrimônios, que jamais amealhariam na vida profissional, depois os governadores são que não prestam.&lt;br /&gt;
Se não, vejamos, como exemplo: segundo a VEJA, a Vale repassou R$ 700.000.000,00(setecentos milhões de reais) de royalty, para prefeitura de PARAUAPEBAS, entretanto a cidade de Parauapebas sofre com saneamento e acima de tudo com falta de água, se fosse um prefeito responsável com o dinheiro público aquela verba toda daria para implantar um micro-sistema de abastecimento de água em cada esquina, com relação a saúde naquele município, os munícipes daquele município – os que dispõe de alguns recursos-, vão até ao hospital da Vale, no sentido de resolver suas situações de saúde, isto tudo porque o município não dispõe de um atendimento digno de ser usado pelo povo daquela municipalidade, é este tipo de administrador que colabora para a miséria, a falta de educação, saúde, e a falta de bem-estar de um povo.&lt;br /&gt;
Em Breves o prefeito que antecedeu Xarão Leão, tivera um mandato de oito anos, empresário falido, buscou na política a recomposição de seu patrimônio, ao mesmo tempo aditar outros bens, que jamais teria se não tivesse um mandato eletivo.&lt;br /&gt;
Um exemplo de respeito para com o dinheiro público são dois prefeitos do Marajó, região pobre, mas gestores, como Xarão Leão, em Breves, e Odimar Salomão / Mazinho, em Afuá, tem demonstrado espírito municipalista e ardor comunitário, e nesse sentido desenvolvido uma gestão de grande e positiva repercussão naquela região, razão pela qual dia 11 de dezembro, DIGA NÃO A DIVISÃO DO PARÁ, E VOTE 55 / PESSOA&lt;/p&gt;
]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Os separatistas anunciam aos 4 ventos que dividindo o Pará em três, fica bom, se fosse ser observado só o numero de unidades federativas os recursos seriam os mesmos, entretanto haveremos de convir que entram em observação os fatores população, com base em: IDH, Renda per capita; Percentual de unidades de conservação e áreas indígenas; PIB; e saneamento básico. Quanto a saúde e educação, muito são focados, pelos separatistas, são seguimentos da administração pública alem da estadualização são municipalizadas, razão pela qual as administrações municipais/prefeitos não podem ficar esperando apenas pelas ações governamentais, e sim irem aos ministérios em busca de convênios (os chamados recursos Fundo-a-Fundo) e assim desenvolver ações de qualidade em seus municípios.<br
/> Não podem pensar que os governos estaduais ou federal, estão em seus gabinetes com uma equipe de pai-de-santo no sentido de adivinhar o que está faltando neste ou naquele município, para isso os prefeitos não podem ter “EU”quipe, e sim equipe, no sentido de elaborar projetos com justificativas consistentes.<br
/> Nestas disposições dizemos que o alavancar para o desenvolvimento de uma região carece também do ombrear dos gestores municipais, desde que estes tenham responsabilidade para com o uso do dinheiro público, e não usar como enriquecimento ilícito – e estes que não faltam.<br
/> Temos visto empresários falidos, ou pessoas que não tiveram êxito financeiro em sua vida profissional, buscam na política, através de mandatos eletivos recomporem ou construírem patrimônios, que jamais amealhariam na vida profissional, depois os governadores são que não prestam.<br
/> Se não, vejamos, como exemplo: segundo a VEJA, a Vale repassou R$ 700.000.000,00(setecentos milhões de reais) de royalty, para prefeitura de PARAUAPEBAS, entretanto a cidade de Parauapebas sofre com saneamento e acima de tudo com falta de água, se fosse um prefeito responsável com o dinheiro público aquela verba toda daria para implantar um micro-sistema de abastecimento de água em cada esquina, com relação a saúde naquele município, os munícipes daquele município – os que dispõe de alguns recursos-, vão até ao hospital da Vale, no sentido de resolver suas situações de saúde, isto tudo porque o município não dispõe de um atendimento digno de ser usado pelo povo daquela municipalidade, é este tipo de administrador que colabora para a miséria, a falta de educação, saúde, e a falta de bem-estar de um povo.<br
/> Em Breves o prefeito que antecedeu Xarão Leão, tivera um mandato de oito anos, empresário falido, buscou na política a recomposição de seu patrimônio, ao mesmo tempo aditar outros bens, que jamais teria se não tivesse um mandato eletivo.<br
/> Um exemplo de respeito para com o dinheiro público são dois prefeitos do Marajó, região pobre, mas gestores, como Xarão Leão, em Breves, e Odimar Salomão / Mazinho, em Afuá, tem demonstrado espírito municipalista e ardor comunitário, e nesse sentido desenvolvido uma gestão de grande e positiva repercussão naquela região, razão pela qual dia 11 de dezembro, DIGA NÃO A DIVISÃO DO PARÁ, E VOTE 55 / PESSOA</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Valério Bernasconi</title><link>http://vivendocidade.com/a-divisao-do-para#comment-905</link> <dc:creator>Valério Bernasconi</dc:creator> <pubDate>Tue, 06 Dec 2011 21:49:21 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://vivendocidade.com/?p=4745#comment-905</guid> <description><![CDATA[&lt;p&gt;Vamos analisar os fatos:&lt;br /&gt;
1 – divisão do estado: A arrecadação irá diminuir,porem mais ainda a folha de pagamento, os projetos em saúde, infraestrutura, educação, segurança e muito mais. Ocorrendo melhor distribuição para o novo Pará, Podendo corresponder com qualidade de vida aos permanecentes municipais do novo estado com melhor distribuição de renda para saúde,educação, segurança e muito mais…hoje o que escutamos pela mídia, é um Estado falido, poucos estão tendo oportunidade de crescer !!!!!!!! o cidadão sofre todos os dias com o caus das infraestrutura paraense basta olhar para seus vizinhos (bairros) e municípios…. você que não conhece os interiores do Pará nem imagina as dificuldade que passam…..imaginar que uma estrada que dar acesso a cidade ficam intransitáveis no inverno e vendo seu filho morrendo por besteiras por falta de um médico ou !!! com a divisão do estado a renda ficaria concentrada nas respectivas regiões e a comunidade podendo eleger seus representantes e focalizarem seus trabalhos, para suas regiões. Caríssimos, este e o momento. Grande Abraço (pense pelas comunidades)&lt;/p&gt;
]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Vamos analisar os fatos:<br
/> 1 – divisão do estado: A arrecadação irá diminuir,porem mais ainda a folha de pagamento, os projetos em saúde, infraestrutura, educação, segurança e muito mais. Ocorrendo melhor distribuição para o novo Pará, Podendo corresponder com qualidade de vida aos permanecentes municipais do novo estado com melhor distribuição de renda para saúde,educação, segurança e muito mais…hoje o que escutamos pela mídia, é um Estado falido, poucos estão tendo oportunidade de crescer !!!!!!!! o cidadão sofre todos os dias com o caus das infraestrutura paraense basta olhar para seus vizinhos (bairros) e municípios…. você que não conhece os interiores do Pará nem imagina as dificuldade que passam…..imaginar que uma estrada que dar acesso a cidade ficam intransitáveis no inverno e vendo seu filho morrendo por besteiras por falta de um médico ou !!! com a divisão do estado a renda ficaria concentrada nas respectivas regiões e a comunidade podendo eleger seus representantes e focalizarem seus trabalhos, para suas regiões. Caríssimos, este e o momento. Grande Abraço (pense pelas comunidades)</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Marina Correa</title><link>http://vivendocidade.com/a-divisao-do-para#comment-904</link> <dc:creator>Marina Correa</dc:creator> <pubDate>Tue, 06 Dec 2011 14:46:19 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://vivendocidade.com/?p=4745#comment-904</guid> <description><![CDATA[&lt;p&gt;Parabéns pessoal pelo post, apesar do entusiasmo de Flávio para o futuro dessas regiões, que não deixo de apreciar, particularmente, já perdi as expectativas quando se fala em progresso nas áres mais pobres e populosas do Brasil. Mesmo porque estive no Belém do Pará recendemente, a visão que tive foi triste para não dizer outra coisa. Belém, por exemplo, já foi a Belle Époque brasileira entre os séculos XIX e XX, dona de uma riqueza imensa. Foi produtora e exportadora de bens de consumo, além das “drogas do sertão” (canela, cravo, frutas, plantas medicinais e etc), sem contar, a manufatura da borracha paraense que teve um papel destacado. Produziu e exportou sapatos, revestiu mochilas militares, além de outros artefatos.Bom, sem contar a elegância da cidade, as ruas, as avenidas,os sobrados, os bosques e por ai se vai. Eu pergunto: o que restou? Onde foi parar toda riqueza e a elegância da cidade? O que vi foi, casarões em ruinas, ruas sem conservação, esgotos correndo a céu aberto. Bom, não podemos esquecer quem em nome do desenvolvimento se aletram outros interesses, os políticos e econômicos dos nossos governantes, ou seja, mais cargos, mais votos, mais acordos…mais e mais.&lt;/p&gt;
]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pessoal pelo post, apesar do entusiasmo de Flávio para o futuro dessas regiões, que não deixo de apreciar, particularmente, já perdi as expectativas quando se fala em progresso nas áres mais pobres e populosas do Brasil. Mesmo porque estive no Belém do Pará recendemente, a visão que tive foi triste para não dizer outra coisa. Belém, por exemplo, já foi a Belle Époque brasileira entre os séculos XIX e XX, dona de uma riqueza imensa. Foi produtora e exportadora de bens de consumo, além das “drogas do sertão” (canela, cravo, frutas, plantas medicinais e etc), sem contar, a manufatura da borracha paraense que teve um papel destacado. Produziu e exportou sapatos, revestiu mochilas militares, além de outros artefatos.Bom, sem contar a elegância da cidade, as ruas, as avenidas,os sobrados, os bosques e por ai se vai. Eu pergunto: o que restou? Onde foi parar toda riqueza e a elegância da cidade? O que vi foi, casarões em ruinas, ruas sem conservação, esgotos correndo a céu aberto. Bom, não podemos esquecer quem em nome do desenvolvimento se aletram outros interesses, os políticos e econômicos dos nossos governantes, ou seja, mais cargos, mais votos, mais acordos…mais e mais.</p> ]]></content:encoded> </item> </channel> </rss>