Autor: Alexandre

Prioridade de governo


Discordo que devamos discutir com os candidatos a prefeito de São Paulo vários temas sobre as necessidades de São Paulo. Explico: estou cansado de políticos que falam que suas prioridades são a saúde, educação, transporte, emprego, meio ambiente, cidadania, justiça, responsabilidade social, consciência ambiental, etc.

Resumindo: quem tem tudo como prioridade, não tem nada.

Mas a pauta de assuntos ainda não está decidida e queremos focar, se dependesse exclusivamente de mim, em um único assunto, que além de há anos ser deixado de lado pelos governantes, desde anteontem está na crista da onda: a revitalização do centro da cidade.

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Para você que não conhece o centro da cidade (de São Paulo no caso) apenas porque ele é “sujo e fedido”, não vou perder meu tempo discutindo. Eu quero escrever para você, (e)leitor, que gosta do centro da cidade, adora “se perder” pelas galerias da cidade, e descobrir em uma ou outra esquina, um restaurante diferente, uma lanchonete com bons preços e lanche saboroso. Isso sem falar na infinidade e na variedade de lojas dos mais variados artigos.

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Corrida às Prefeituras


Começa o ano e – muito antes de nós – começou a corrida às prefeituras do mais de 5 mil municípios brasileiros.

Só que ela nem sempre tem um objetivo voltado para a melhoria da vida das pessoas, quase como aquele episódio do Picapau Rachador (The Screwdriver), que já começa com sua versão maluca, ou seja, coisa boa não pode ser.

Para quem não se lembra desse episódio de 1941, basicamente ele é alguém que corre nas estradas, tirando “rachas” (e por isso a tradução do título) e bagunça demais com a sanidade do guarda, e quem não se lembra da frase: “siga aquela motoca, siga aquele cavalo, siga aquela carroça siga aquele chinesinho, siga a flecha, siga o chefe, siga-me, olha!”

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Claro que essa confusão não pode ser metáfora para o que os políticos fazem conosco. SÓ QUE O CONTRÁRIO!

E nós, do Vivendocidade, não poderíamos ficar de fora deste “espetáculo da democracia” e pretendemos acompanhar de perto as eleições à prefeitura da mais importante cidade do país: São Paulo.

Tentaremos transmitir ao (e)leitor um perfil dos candidatos para ajudá-lo na hora de escolher o sucessor de Gilberto Kassab. Faremos o possível também para personificar o candidato a vice, haja visto que tudo pode acontecer. Para quem não se lembra, Kassab era vice do José Serra.

Acreditamos que na hora de escolher, não basta saber quem é o titular, mas precisamos também conhecer o reserva. Não é a ideia de nenhum candidato, tenho certeza, mas em qualquer impedimento, o vice se torna importante, e por isso também deve ter visibilidade na candidatura.

Acompanhe conosco essa demanda e faça o melhor que puder, no dia da eleição. Nem que você tenha que pegar um ônibus e sair da cidade.


E o Pará não foi repartido


Como todos já sabem, a maioria da população do Pará se mostrou esclarecida e recusou, com sobra, a fragmentação do Pará em três estados. Seriam criados Carajás e Tapajós.

Se você não sabe do que estamos falando, sugiro a leitura dos artigos “Carajás e Tapajós poderão “receber visita” do Vivendocidade” e “A Divisão do Pará” publicados aqui mesmo no site.

O que o paraense entendeu é que a divisão iria criar 3 estados pobres, dependentes da Federação, sem falar no aumento considerável de gastos públicos com a infinidade de cargos que seriam criados. A resposta da população foi clara, direta e definitiva.

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Agora, o que o povo do Pará precisa é pensar muito na hora da eleição, principalmente quando for escolher os senadores. Neste caso, nenhum estado brasileiro é prejudicado em Brasília, visto que cada unidade da federação tem 3 senadores representantes. Cobrem dos seus.

E para aqueles que acham que a votação expressiva pela separação (mais de 90% em cada uma delas), em Marabá e Santarém, cidades que seriam as capitais dos novos estados, significa alguma coisa, eu digo NÃO. Não significa nada. Alias, o significado único, que não requer do leitor nem prática, tampouco habilidade, é que era óbvio que as principais interessadas acreditassem, iludidas por seus políticos, que a fragmentação seria a melhor saída para o descaso e falta de responsabilidade dos próprios políticos. Eles só não admitiam isso.

A fragmentação não é a melhor saída. Nunca será!