Depois de mais de um ano de participarmos do lançamento do protótipo do Pedalusp, aqui mesmo no Vivendocidade (Leia aqui), experimentamos o sistema.
Depois de ficar instalado na Escola Politécnica, o Pedalusp agora está no Portão Principal da USP, no Centro de Visitantes, e na Estação Butantã do Metrô.

Hoje aproveitei várias situações que tornaram possíveis a utilização do sistema. Carro no mecânico e necessidade de estar no centro da cidade, de forma rápida e sem estresse. Quem mora em São Paulo deve saber o quanto é difícil chegar ao centro da cidade e arrumar um lugar para estacionar.
Nobre leitor do Vivendocidade. Depois de um longo e tenebroso inverno que congelou meu desejo e minha paixão por escrever, volto, mas sem periodicidade certa para tratar da mais nova lei na cidade de São Paulo.
Agora em São Paulo é obrigatório que os carros parem na faixa de pedestre para que estes possam atravessar, mas somente onde não haja semáforo.

Recentemente publiquei em meu facebook uma foto tirada em um banheiro onde recados impressos em folha A4 solicitava que a tampa fosse levantada e que a descarga fosse dada após o uso. Cá entre nós, precisa disso? Isso não deveria ser o mais básico das normas de higiene, boa convivência, etc, etc?
O mesmo se aplica para uma lei que obrigue você a parar na faixa de pedestre. Isso deveria ser o mais básico do básico. Mas não, afinal nós somos brasileiros e talvez se ainda estivéssemos sob a batuta do presidente Lula, ele diria que isso é um problema cultural.
No primeiro dia de fiscalização da nova lei, foram registrados na cidade 14 atropelamentos. Nada mal.
Aqui na Cidade Universitária essa prática já é um pouco comum, e muitas vezes até já motivaram colisões traseiras promovidas por apressadinhos sem causa. Óbvio que ainda há muito o que se melhorar nessa questão, mas acho que a lei poderá contribuir para a melhora. Que fique bem claro que: quando eu disse que não precisava de uma lei para esse tipo de coisa é porque eu esperava que a espécie humana fosse capaz de perceber necessidades comuns. Mas até isso penso que é pedir demais.
Temos um sério contraste de valores em nossa vida. Isso tanto é verdade que quando motoristas param na faixa, os pedestre ficam espantados com a atitude.
Não quero deixar esse post meio que entreaberto, mas quero deixar uma pergunta ao leitor. Que outras leis serão necessárias para que tenhamos um povo mais civilizado? Participe, deixe sua sugestão nos comentários. Analisaremos e escreveremos sobre o assunto.
O Vivendocidade desembarca hoje na Pedra Grande, que eu nem sabia que existia e só a encontrei quando em uma tentativa de participar da Festa do Morango em Atibaia (de péssima organização), acabei desistindo e rodando pela cidade, quando avistei uma placa indicando o morro.
Perguntando para algumas pessoas descobri que apesar de ingreme, a subida pode ser feita por carros de passeio, mas cá entre nós, é melhor você ter um carro mais forte para subir até lá sem sofrer muito.
A vista é magnífica e todo esforço feito pelo seu carro será recompensado. E você também encontrará algumas pessoas mais loucas que você que usam o local para voar de asa delta e de uma outra maquineta que eu não sei o nome.
Quando você for, tome cuidado na subida porque a estrada é de chão e existem muitas pedras pelo caminho. Não são cascalhos, são rochas de verdade que podem danificar a longarina do seu carro e fazer com que você volte com o freio danificado.
Para chegar na Pedra Grande, que fica no município de Atibaia, você que sai de São Paulo, siga pela Rodovia Fernãos Dias (BR-381) até a Rodovia Pedro I (SP-065). A entrada fica às margens da rodovia, sentido Jacareí.
Veja a Pedra Grande através do GoogleMaps