Daqui a pouco será anunciada a sede das Olimpíadas de 2016 e as duas cidades finalistas são Madri e o Rio de Janeiro.
Muitos estão apontando inúmeros motivos para que o Rio de Janeiro não seja escolhido: insegurança, infraestrutura, transportes, etc.
Eu já acredito que justamente por estes motivos é que devemos sediar as Olimpíadas. Não dá para recusar esse tipo de coisa jogando a culpa na corrupção, nas obras superfaturadas e nas demais mazelas porque passa nosso país e, em especial, o Rio de Janeiro.
Outra situação que me incomoda muito é a questão de rotular o Rio de Janeiro como lugar violento. O Rio só está em evidência porque passa na televisão. Eu tenho mais medo de andar nas ruas de Recife e Belém do que no próprio Rio de Janeiro, ou aqui em São Paulo.
Penso ser extremamente proveitoso para o país a realização de uma Olimpíada e temos que tentar nivelar por alto. As autoridades que tratem de agir com responsabilidade em relação a todos os processos de licitação para toda e qualquer obra necessária e a população (que sempre está envolvida, não é “objeto à parte”) fiscalizar da melhor maneira que puder.
Eu sou Rio 2016.
Alexandre Carvalho, 34 anos, Biólogo em formação, crítico e jornalista amador, é editor do Cotidiano Nacional e escreve às sextas-feiras para o Vivendocidade.
Eu sou Alexandre Carvalho, crítico e jornalista amador, responsável pelo Cotidiano Nacional e agora colunista do Vivendocidade.
Fui convidado por Carlos Correa para escrever semanalmente no Vivendocidade para tratar de assuntos envolvendo a política nacional. As colunas serão publicadas sempre às sextas-feiras.
O momento é bastante propício já que estamos às vésperas das eleições presidenciais, uma das quais eu considero as mais importantes para o futuro do país, principalmente dada a demora na mudança da mentalidade de políticos e eleitores. O tiro não pode mais sair pela culatra.
Espero que o leitor possa aproveitar ao máximo sua leitura e desde já deixo um canal aberto para debates e discussões.