Autor: Alexandre

Qual é o tamanho da internet?


 
 

Será que alguém já parou para pensar qual é a capacidade de armazenamento da internet ou só eu tenho esse tipo de neura?

 

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Pensava nisso quando criei um blog no Tumblr chamado de Patrimônio Virtual. Nele eu gostaria de listar todas as coisas que tenho na internet, umas ativas, outras abandonadas e algumas até mesmo esquecidas. É uma infinidade de contas de emails, blogs, comunidades, fóruns, isso sem falar do emaranhando que cria o Facebook e em menor escala o orkut.

E creio que diariamente um sem número de blogs e afins são criados e deixados lado, sobre os mais variados assuntos, desde ciência até o que as pessoas comeram hoje, o que vai acumulando,  vai acumulando, isso até me lembra uma comercial sobre a caixa de gordura.

Mas existe um limite? Será que um dia a internet vai parar por falta de espaço em disco? Quanto tempo isso vai durar? Existem programas que varrem a internet e excluem blogs inativos? Qual seria um tempo razoável para excluir um blog? Alguns dos meus mais antigos, mas nada tão velho ainda, estão online na internet. E vai ficar online por quanto tempo sem minha interferência? E quando eu partir para o outro mundo, o que será do meu conteúdo na internet?

Sinceramente eu nem deveria ter esse tipo de preocupação, mas também não pude evitar. Eu gostaria muito de saber qual é a capacidade de armazenamento na rede, se é que isso pode ser mensurável e se existe algum plano para o futuro em relação ao Patrimônio Virtual das pessoas.


Goiás: todo mundo deveria ter um bandeirante dentro de si


 
 

Quando decidi criar o Viagem pelos Estados, ainda no Cotidiano Nacional, a ideia era justamente mostrar que o Brasil era muito mais do que Rio, São Paulo, Minas ou o sul do país. E isso para mim era um grande desafio, porque antigamente eu tinha a ilusão de que importante era conhecer o resto do mundo, já que eu era brasileiro e não precisava conhecer meu próprio país.

Ledo engano, porque nossas dimensões continentais fazem de nosso país algo singular no mundo. Temos vários tipos de climas, vegetação, povos, culturas e etc. Uma riqueza sem igual.

 

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Hoje, ao desembarcar em Goiás, quero me sentir um bandeirante e avançar, desde São Paulo, pelo interior do país, até chegar ao estado que tem seu “relevo marcado por amplos planaltos e chapadões e a vegetação predominante é o cerrado” (ALMANAQUE ABRIL, 2009).

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O renascimento do centro de São Paulo


 
 

Recentemente escrevi no Cotidiano Nacional sobre a morte do centro do São Paulo, mas hoje quero dizer que o centro de São Paulo está mais vivo do que nunca.

Mas isso não quer dizer que as coisas lá estão correndo às mil maravilhas, porque os problemas apontados naquela ocasião são bem reais, porém menos visível em condição de “formigueiro humano”.

Na ocasião da “morte” eu atravessei o centro da cidade em pleno feriadão e as almas errantes eram esparsas, em determinados pontos, reconhecidamente locais não muito bem frequentado. Todo mundo conhece esses locais, inclusive as autoridades, que nadam fazem. As lojas, em sua grande maioria fechada, contribuia para o cenário aterrador. Suave mesmo só o ambiente do Mercado Municipal.

 

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Mas quis o destino que eu voltasse ao centro da cidade em uma outra sexta-feira, dia normal de trabalho, menos para mim, obviamente. O centro fervilhava vida, tínhamos Sol e o local parecia outro. Certamente os mesmos problemas estavam por ali, mas como já mencionei, menos visível, o que não tira a responsabilidade de nossas autoridades de cuidar do problema.

Os centros da cidade é onde reside sua alma e lá o inesperado acontece, com situações das mais pitorescas e com os mais variados tipos da espécie humana. Pena que isso não pode ser visto por todos e em qualquer situação.

Visite o centro de São Paulo e tire suas próprias conclusões, pois o centro vive.