Semanas atrás o jornal inglês Financial Times sugeriu que Portugal, em virtude de sua agravante crise econômica deveria se tornar colônia do Brasil.
Curiosamente na mesma semana a presidente Dilma empreendeu viagem a Portugal e bem que ela poderia ter ido tratar do assunto.
Independente de qualquer coisa e apesar de sermos contrários à manutenção do ódio e do rancor, a primeira coisa que penso em fazer caso Portugal se tornasse nossa colônia, era restituir aos cofres brasileiros tudo que eles nos roubaram desde 1500 quando oficialmente nos descobriram.
Mas eles estão em dificuldades, não é mesmo? Então seremos benevolentes e só iremos transferir para os portugueses o nosso modelo tributário, tenho certeza que eles vão entender a necessidade de se pagar quase 30% do salário em impostos, isso sem falar dos impostos embutidos em produtos e serviços.
Será muito bom poder ir para a Europa sem a necessidade de visto e inclusive poderemos imigrar para qualquer país da Europa, será muito mais fácil. O Real será a verdadeira moeda forte do velho continente e deveremos nos preocupar dobrado com a fronteira, afinal, Portugal faz fronteira com a Espanha e todo cuidado será pouco.
É óbvio que o nobre leitor percebe que estamos sendo sarcásticos e que o cenário de um Portugal-Colônia só mesmo nas nossas mentes. Isso tudo só mostra como as coisas mudam com o passar do tempo e que hoje o Brasil é um país diferente, mas que ainda tem muita coisa para se fazer aqui mesmo, em nosso território, com o nosso povo.
E com todo respeito à situação de Portugal, no momento, é “cada um com seus problemas”.
As vezes é muito difícil escolher um assunto para falar, principalmente porque nossos jornais estão recheados de fatos dos mais inusitados, triviais e cotidianos que pode acontecer em uma civilização.

Pensando nisso, minha coluna de hoje quer mostrar para você leitor, que não mora na maior e mais impressionante cidade do país, que meros 10 minutos fazem toda a diferença.
Hoje eu sai de casa apenas 10 minutos antes do horário normal e cheguei ao meu destino 40, isso mesmo nobre leitor, 40 minutos antes. É simplesmente impressionante e matematicamente, quase inexplicável.
“Os interesses do país têm hoje mais relevância do que as aspirações pessoais de prestígios”. É assim que começa um artigo da jornalista Lissandra Paraguassú, d’O Estado de São Paulo, publicado no Estadão online de domingo, 27.
Era totalmente sem noção a posição tomada pela política externa do ex-presidente Lula, personificada na pessoa de Celso Amorim, um cara esnobe que só fazia questão de aparecer e com um espírito petista a flor da pele. Aquele que faz com que eles sejam contra apenas por ser.
Por conta disso, tivemos que aturar a presença de bandidos ao lado do nosso presidente, como Evo Morales da Bolívia e o golpista Rafael Correa do Equador. E também ao lado de malucos como o presidente do Irã e o “ultra-democrata” Hugo Chaves, da Venezuela. Isso sem falar do “amigo” Kadhafi.