Quem trabalha em empresa de médio ou grande porte sabe o trauma que é a implantação de um ERP (sigla para enterprise resource planning ou planejamento dos recursos empresariais). Muita gente pensa que um sistema integrado, que amarra a maioria dos processos internos, e ainda é capaz de gerar relatórios de resultado é ferramenta divina que vai perdoar todos os pecados e ainda fazer celebrações de casamento, tudo isso antes do fim do expediente.
Acontece que não é assim, a implantação de algo dessa grandeza não é algo simples. As pessoas têm que conhecer seus procedimentos, desenhar fluxogramas, customizar algumas peculiaridades específicas de determinados setores, e alguns litros de café depois, talvez ter um sistema que possa começar a ser utilizado.

Depois vem o trabalho de acompanhamento e manutenção geral, onde os resultados são estudados exaustivamente, e novas correções são feitas, novos ajustes etc.
Em linhas gerais, esse é um resumo de uma empresa perfeita, com processos perfeitos e pessoas perfeitas. Claro que isso não existe.
Vocês devem ter visto aqui do lado direito, uma página chamada “Consultório Sentimental”, mas o que é isso afinal?
Este espaço foi criado há um certo tempo, com o intuito de responder as dúvidas dos visitantes e leitores deste blog, criar um diálogo entre todos vocês, e nós da equipe do vivendocidade, pois viver em qualquer cidade, como São Paulo, Curitiba, Paris, New York e outras pode ser uma experiência um tanto solitária e desesperadora e alguns momentos.
Nesta edição, publicamos a resposta da Louise, que pode ser lida logo após o jump.
Faça como ela, e se divirta!
Que a internet é um fato consolidado, esse é um fato inquestionável. Seria chover no molhado queremos discutir a relevância do que ela representa nas pessoas, numa forma muito peculiar de simbiose, já que as mesmas pessoas que a formam são também formadas por ela.
É tanta informação sendo consumida enquanto esse texto é escrito (e lido), que até mesmo os chineses duvidam.
Justamente por isso, dando uma de Pai Galo e querendo imaginar como as coisas funcionarão daqui alguns anos, posso afirmar que o poder não estará mais nas mãos de quem for bem informado, mas sim dará poder a todo aquele que conseguir dar a informação certa no momento em que ela for precisada.

Em outras palavras, deixaremos de ser consumidores e produtores de informação e passaremos a ser curadores de conteúdo, filtrando e indicando itens na qual possuem afinidade para suas redes, claro que tudo isso numa mão de duas vias. Ui!