Autor: Carlos

Uma merda


Vimos nessa semana o surgimento de mais uma rede social, dessa vez da cabeça dos caras de Mountain View, Larry Page e Sergei Brin, chamada, porque não, Google+.

 

dick-vigarista

 

A rede em si não traz nada de novo, a possibilidade de organizarmos nossos contatos em círculos, publicarmos novidades em uma timeline, compartilhar fotos e vídeos… Entretanto, o selo Google de satisfação fez com que toda a comunidade fervesse de vontade, seja para receber um dos convites para o sistema, ou mesmo (no caso das empresas), recriar alguma das inovações do Plus.

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Essas crianças que teimam em crescer


Algo que tenho notado nestes últimos dias, é a necessidade constante de comunicação que escolhemos ter. Seja na vontade de procurarmos coisas para ler (ou ver no caso dos vídeos), ou mesmo na carência que ocorre quando não falam conosco.

 

adolescencia

 

Quando nosso amigo João Santana afirmou em seu artigo, que a “A Internet acabou com nossas relações sociais”, entendemos que em função dela, acabamos por nos isolar do mundo, coisa e tal. Só que, ao que vejo essa verdade não é tão verdade assim.

É um tal de piririm SMS indo e voltando que não consigo nem acompanhar direito; cutucadas de facebook que deixariam o tatu envergonhado e nós pais fervidos feito caldeira de forno.

Afinal de contas, quantos pais sabem exatamente com quem seus filhos estão conversando? Numa época onde a regra 34 é aplicada com força, o urso Pedobear tem mais ajudantes que Papai Noel em tempo de feriados, e meus cabelos brancos agradecem a preocupação.

Entre outras coisas, falar a verdade e a construção de um elo de confiança podem ser os segredos para que nos aproximemos de nossas crianças e, de certo modo, ensinarmos que há tempo para tudo na vida, e a antecipação dessas fases podem ser traumáticas para todos os envolvidos.

Adolescência é uma fase complicada, mas nem por isso vou abrir mão do meu direito de educação, por mais difícil que isso seja.


Ah, adolescentes…


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Tenho que reconhecer, com o passar dos anos sou muito mais parecido com meus pais do que jamais imaginei. Seja nas manias e costumes, ou mesmo nas frases e exemplos que utilizamos quando estamos com, com o mínimo de oportunidade, adolescentes.

Pegue aquele seriado, My Wife and Kids (no Brasil, Eu, a Patroa e as Crianças) e esqueça tudo. Lá, as atitudes dos pais para com seus filhos são tão irreais quanto aquela nota de R$ 3. Na tela, as decisões do cotidiano são tomadas com a mesma naturalidade de quem acorda pela manhã e toma seu café.

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