Agora que o dia das mulheres está chegando, sendo o maior clichê do mundo, uma homenagem.
Faço questão de falar um pouco sobre gênero, principalmente pelo motivo de que nas redes sociais elas são minoria – exceto no Pinterest – e por isso mesmo, acabam tendo que assumirem seus lados mais masculinos, seja tomando a frente das discussões, ou em sua maioria, aceitando o que os homens ditam.
De qualquer forma, acabam ficando a mercê do universo masculino.
Então temos aquelas que assumem seu papel sexy-lesbo-chic, que falam abertamente de sexo, se exibem, e qualquer coisa do tipo; aquelas que vivem lutando contra a balança para perderem os 300 gramas que julgam serem as responsáveis por serem obesas…

Complexo de empregada merece um parágrafo especial. Pois quem inventou que é fetiche anunciar que mulher boa é aquela que lava, cozinha, limpa e passa? Pior, tem mulher que acha legal ser tratada assim.
Foi-se o tempo em que para uma pessoa ser alguém, seu gênero era importante. Hoje, ser mulher significa saber que dentro de suas limitações, que os homens também têm, poder ser e estar o máximo de absolutamente qualquer coisa.
Equipes dirigidas por mulheres por exemplo, tendem a terem mais sucesso, já que a intuição e o sexto sentido, a capacidade de observação, e tantas outras qualidades são importantes no grande jogo de xadrez do mundo corporativo.
Portanto, não precisamos de um dia para falar delas, mas de todos.
Quem trabalha em empresa de médio ou grande porte sabe o trauma que é a implantação de um ERP (sigla para enterprise resource planning ou planejamento dos recursos empresariais). Muita gente pensa que um sistema integrado, que amarra a maioria dos processos internos, e ainda é capaz de gerar relatórios de resultado é ferramenta divina que vai perdoar todos os pecados e ainda fazer celebrações de casamento, tudo isso antes do fim do expediente.
Acontece que não é assim, a implantação de algo dessa grandeza não é algo simples. As pessoas têm que conhecer seus procedimentos, desenhar fluxogramas, customizar algumas peculiaridades específicas de determinados setores, e alguns litros de café depois, talvez ter um sistema que possa começar a ser utilizado.

Depois vem o trabalho de acompanhamento e manutenção geral, onde os resultados são estudados exaustivamente, e novas correções são feitas, novos ajustes etc.
Em linhas gerais, esse é um resumo de uma empresa perfeita, com processos perfeitos e pessoas perfeitas. Claro que isso não existe.
Vocês devem ter visto aqui do lado direito, uma página chamada “Consultório Sentimental”, mas o que é isso afinal?
Este espaço foi criado há um certo tempo, com o intuito de responder as dúvidas dos visitantes e leitores deste blog, criar um diálogo entre todos vocês, e nós da equipe do vivendocidade, pois viver em qualquer cidade, como São Paulo, Curitiba, Paris, New York e outras pode ser uma experiência um tanto solitária e desesperadora e alguns momentos.
Nesta edição, publicamos a resposta da Louise, que pode ser lida logo após o jump.
Faça como ela, e se divirta!