Olhando o histórico do nosso formulário de contato (sim, eu sei que deveria olhar todo dia, mas não olho. Conviva com isso) recebi um recado não assinado onde a autora nos elogia e em especial à minha pessoa.
Segue o texto original, e conforme solicitado, respondido publicamente no site:

“Só gostaria de dizer aqui que vocês estão de parabéns pelo site e que eu acho super interessante e informativo. Gosto muito de todas as publicações, mas principalmente as do Carlos. Acho ele um rapaz coerente e muito inteligente nas suas colocações. Meus parabéns, rapaz!! =) Você é realmente brilhante!
Deixo um beijo e um forte abraço à todos, mas especialmente ao Carlos. Dizendo também que sou sua fã número 01.”
Enviado em 29/novembro/2011 às 01:29:12
Tirando o fato de eu ser lindo e — tá, parei! Mas seria muito importante que você apareça. Obrigado pelos comentários e tenha certeza que nosso trabalho é muito recompensado com gestos simples, tal qual o seu.
Nota: Quer casar comigo? Brincadeira!!!
Nota 2: Se você quiser escrever para nós, o formulário é esse, ou por email, por em alguma rede social por aí.
Olá amigos, antes de partirmos para o texto-convidado de hoje, é importante lembrar que o Vivendocidade não só aceita como incentiva todas as pessoas enviarem seus textos para serem publicados neste espaço.
Para enviar seu material, lembre-se das seguintes regras:
1 – O texto tem que ser relacionado ao conteúdo do site;
2 – Ele precisa ser aprovado pelos gênios membros da equipe;
3 – Não tem regra 3.
Entre em contato , ou pelo twitter ou sei lá como.
Lembrando a todos que a opinião expressa não tem nada a ver comigo!!
No post de hoje, o amigo Leandro M. Deon escreve sobre a lei da ficha limpa…

Festejada como uma das mais importantes iniciativas populares para a moralização da política no Brasil – e comparada com a mobilização pelas eleições diretas em 1984 – a Lei da “Ficha Limpa” chegou ao final de 2011 comprovando não apenas a sua burrice como também a sua ineficácia.
Para todo mundo que não conhece nossa cidade, ouvir falar da Cracolândia cria uma imagem de um parque ou algo parecido, onde as pessoas entram e saem talvez e lá dentro o consumo de drogas é liberado. E exatamente isso o bairro não é.
A região, que desde sempre recebeu todo tipo de baixo comércio, prostituição e pequenos furtos se tornou o que é hoje não apenas pelo problema das drogas, que é muito sério e deveria ser encarado de frente por todas as pessoas, mas também pelo nosso próprio comodismo ao esconder todos os nossos problemas e empurrá-los para debaixo do tapete.

Para a maioria dos paulistanos, é extremamente mais fácil trocar seu caminho e ficar longe dali, exatamente naquela ideia de que se você não me incomodar eu também não te incomodo.