Eu adoro Atari, acho que foi o único console que eu aproveitei mesmo, isso bem antes da revolução da Nintendo como seus 8 bits.
Um fenônemo jogar em maravilhosos 2 bits com cartuchos feitos em placas de silício (alguns entusiastas em eletrônica até se aventuravam em fabricar seus jogos favoritos em suas garagens), que esquentavam tanto que deixavam de funcionar – nada que um pouco de eletricidade estática não resolvesse (mesmo que saísse da mistura água + sais minerais da saliva de alguém)!
Tínhamos cerca de 8 anos, ou até menos; era o auge dos anos 80 do século passado (eita!).
Lembro que quando o video game era ligado, que não ocorria sempre, eram horas com intermináveis corridas de Enduro, ou rasantes fenomenais no River Raid, etc… Leia mais…
uma estória vista no XV EIRPG, 2007
Ó divina força que move a roda do mundo!
Trago-te toda a beleza e me coloco aos seus pés,
Para de ti nunca sairás pois
Meu coração não deverá possuir a santidade.
Dessa guerra eterna e sangrenta
Nasceu aquilo que muitos viram como impossível
Quando a viu soube pela primeira vez
Que ela jamais a seria e por isso
Que se lancem os dados e o que está escrito se faça!
No único instante em que se encontram;
Momento que precede a autora dos tempos:
Sem fim, melancólico e sangrento.
Percebem artífices de vendeta, a vingança sutil
Poderia ali mesmo dar cabo de si mesmo,
Através do sangue dela
Tentou porém fazer mais
E para a guerra se foi.
Sabe que nunca retornará,
Não precisa…
Pois o que é dele será eterno!
A secretária do Rh diz:
- Chegaram 700 currículos hoje na empresa !
O chefe responde :
- Pegue os 30 que estão no topo da pilha e chame-os para entrevistas e jogue os restantes na máquina fragmentadora.
A secretária do Rh retruca :
- O senhor está louco? São 670 pessoas! Talvez os melhores estejam lá !
O chefe finaliza :
- Eu não preciso de gente sem sorte…