Vamos falar de política, já que este é um ano onde todos os prefeitos e vereadores de todas as cidades do Brasil serão avaliados e testados pela população. Só que o contrário. Ao mesmo tempo, também começou a corrida eleitoral lá nos Estados Unidos da América do Norte, mas neste caso para o posto de Imperador César, cargo atualmente ocupado pelo Barack “Fuck Yeah” Mussum Obama Lula da Silva.
Sem fazer julgo de valor se este ou aquele sistema é melhor, até porque isso não existe, ao fazermos um paralelo entre ambos, é interessante falarmos do processo de escolha dos candidatos à candidatos. Aqueles que vão de fato concorrer no final do ano.

Do lado de lá, os principais partidos vão de estado em estado competindo nas prévias, onde os candidatos são votados após uma rotina pesada de debates, conversas, fóruns… Até que no final sobre aquele que – tecnicamente – é o mais capaz para assumir o Império Roman-ops!
Kontraŭ Esperantlando
Quando pensamos em mundo globalizado, logo vem à mente as facilidades das pessoas em se relacionar e se entender, seja se comunicando, realizando negócios, sendo felizes em um mundo perfeito. De fato, a maioria das pessoas com um pouco a mais de capacidade crítica entende que no final de todas as histórias, esse é justamente o que deve (poderá) acontecer.
Só que do lado de cá da realidade, nem sempre isso é possível, seja por modismos, incapacidade de entendimento em idiomas, ou mesmo birra entre as pessoas que operam todo o sistema.

Quando o (um dos muitos) projeto de língua internacional foi apresentado para o mundo no final do século XIX, a ideia central era que as pessoas simplesmente se entendessem umas as outras, mas, o francês já não cumpria esse papel na época? Ou o inglês hoje, que é a língua dos negócios e da cultura, do país que faz os melhores filmes e seriados, os mesmos que podem ser baixados gratuitamente em qualquer lugar já não é a língua mundial?
Quando a gente fala de cultura, quase nunca estamos falando daquela que vem de fora, mas de uma cultura nascida no interior das sociedades humanas, que percorreu a história sendo contada por nossos pais, que aprenderam por sua vez dos pais deles, até os homens das cavernas, que desenhavam as paredes com carvão e se reuniam em volta das fogueiras.
Quando a gente pensa em final de ano, ceia de Natal, festas e afins, normalmente vem à cabeça um acerto de contas, como se desse para colocar no mesmo lugar tudo aquilo que aconteceu durante o ano, e o que se espera que seja diferente para o próximo ano, enfim, é natural que as pessoas façam isso. Pensar faz parte daquilo que consideramos como comportamento humanístico.
Isso e o polegar opositor, para quem se lembra daquele curta metragem dos anos 80, chamado Ilha das Flores.

Para nós o ponto alto desse ano foi a participação intelectual do amigo Eduardo Matosinho, que escreveu sobre o pensamento religioso e sobre o surgimento da escola de Chicago, marco fundamental do pensamento sociológico:
Os clássicos da religião e o nosso tempo, parte 1, parte 2, parte 3 e parte 4;
O surgimento da sociologia nos Estados Unidos.
Outro momento importante para nós foi certamente a análise do nosso idoso de plantão Alexandre Carvalho, que entre outras coisas escreveu sobre o plebiscito no Pará e a quase criação dos estados de Tapajós e Carajás.
E como de costume, timemos outros excelentes posts excelentes todos meus, mentira que merecem ser lidos ou relidos.
Claro que isso talvez não signifique nada, mas vale pela curiosidade.
Para finalizar essa enrolação, comprem o meu livro, pois preciso alimentar as crianças.