Em vários momentos da história do vivendocidade, falamos de assuntos relacionados ao mercado de trabalho, dicas de como agir contra as situações diárias, e, sobretudo fazer entender que o mundo de negócios e do trabalho funciona com regras diferentes do que o mundo normal.
A maior parte desse conteúdo pode ser lida em nosso Manual do Espião (primeira temporada) e na série “O trabalho e o serviço“, além de textos ocasionais espalhados por toda nossa base de dados.
Mas como dizem que em casa de ferreiro, o espeto é de pau, essas semanas têm se mostrado um verdadeiro teste de resistência que faria participante de BBB chamar pela mãe e chorar escondido no canto do castigo.
Nessas horas, a afirmação da minha mãe (oi mãe!) é mais do que válida:
“Você nunca sabe quem está sentado na mesa do interesse”
O que significa isso?
Todo mundo se lembra do filme Poderoso Chefão, onde logo na primeira cena, Bonasera vai pedir justiça a Vito Corleone, que por sua vez alega que o agente funerário não o respeita mais, nunca o chamou de padrinho e toda aquela cozida tradicional de submissão, que termina com o beijo na mão. De fato, podemos resumir essa cena da seguinte forma, uma troca de favores, que só vai ser concluída quando o primogênito do mafioso é assassinado.
O fato de o padrinho existir neste caso nada mais é do que um arquétipo familiar, e a tese de que a tal família deve ser capaz de se manter sem a dependência externa.
E quando a gente lê a expressão “se manter” aí em cima, também podemos trocar por “se defender” ou mesmo “atacar”.
No jogo dos negócios e empresas, uma guerra onde tudo é válido.

Dizem que na criação do mundo, Deus criou o homem, ele descobriu a palavra e inventou a conversa. A mulher descobriu a conversa e inventou a fofoca, o homem e Deus não tiveram mais sossego…
O consumo de álcool é o campeão mundial, na frente de pandemias como AIDS e tuberculose, e responsável direta ou indiretamente por 2,5 milhões de óbitos anuais. Na Rússia, o país de maior consumo, 1 em cada 5 mortes são responsabilidade da marvada.
Vejam esse gráfico:
O Brasil figura com 7 a 9 litros anuais por pessoa. Mas tenho certeza que no carnaval de Salvador, essa quantia é só a que vai pro santo.
Os dados são da World Health Organisation, e tomei um gole daqui.