Autor: Carlos

Você nunca sabe quem está sentado na mesa do interesse


 
 

Em vários momentos da história do vivendocidade, falamos de assuntos relacionados ao mercado de trabalho, dicas de como agir contra as situações diárias, e, sobretudo fazer entender que o mundo de negócios e do trabalho funciona com regras diferentes do que o mundo normal.

A maior parte desse conteúdo pode ser lida em nosso Manual do Espião (primeira temporada) e na série “O trabalho e o serviço“, além de textos ocasionais espalhados por toda nossa base de dados.

Mas como dizem que em casa de ferreiro, o espeto é de pau, essas semanas têm se mostrado um verdadeiro teste de resistência que faria participante de BBB chamar pela mãe e chorar escondido no canto do castigo.

 
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Nessas horas, a afirmação da minha mãe (oi mãe!) é mais do que válida:

 
“Você nunca sabe quem está sentado na mesa do interesse”
 

O que significa isso?

Todo mundo se lembra do filme Poderoso Chefão[bb], onde logo na primeira cena, Bonasera vai pedir justiça a Vito Corleone, que por sua vez alega que o agente funerário não o respeita mais, nunca o chamou de padrinho e toda aquela cozida tradicional de submissão, que termina com o beijo na mão. De fato, podemos resumir essa cena da seguinte forma, uma troca de favores, que só vai ser concluída quando o primogênito do mafioso é assassinado.

 
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O fato de o padrinho existir neste caso nada mais é do que um arquétipo familiar, e a tese de que a tal família deve ser capaz de se manter sem a dependência externa.

E quando a gente lê a expressão “se manter” aí em cima, também podemos trocar por “se defender” ou mesmo “atacar”.

No jogo dos negócios e empresas, uma guerra onde tudo é válido.


Presidente da Apple só tem 6 semanas de vida


 

 

steve-jobs-evolução-moda

 

Dizem que na criação do mundo, Deus criou o homem, ele descobriu a palavra e inventou a conversa. A mulher descobriu a conversa e inventou a fofoca[bb], o homem e Deus não tiveram mais sossego…

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E ficamos com a medalha de bronze


 
 
O consumo de álcool é o campeão mundial, na frente de pandemias como AIDS[bb] e tuberculose, e responsável direta ou indiretamente por 2,5 milhões de óbitos anuais. Na Rússia, o país de maior consumo, 1 em cada 5 mortes são responsabilidade da marvada.

Vejam esse gráfico:

 
álcool-ranking-consumo-anual
 

O Brasil figura com 7 a 9 litros anuais por pessoa. Mas tenho certeza que no carnaval de Salvador[bb], essa quantia é só a que vai pro santo.

Os dados são da World Health Organisation, e tomei um gole daqui.