Ou melhor, “Ĉu ni devas paroli Esperante?”
Quando a gente pensa em termos mundiais, somos mais de 6 bilhões de pessoas que a todo momento precisam se comunicar, essencialmente conversando entre si, e para isso, utilizamos nossas bases e conhecimento nos mais diversos idiomas, que podem se resumir em pouco mais de 6 mil.
Isso dá, na média, um milhão de pessoas fechadas em círculos únicos incapazes de conhecer o grupo do vizinho, seja no sentido histórico, cultural ou qualquer outro. Claro que se pensarmos nos países que tem o mesmo idioma como oficial, essa conta não é tão exata assim.
Esse problema já foi estudado por muita gente ao longo da história, seja academicamente, com a criação de idiomas “universais”, como o Volapuque do padre alemão Johann Martin Schleyer, ou mesmo de forma impositiva, como o hebreu, grego, latim e atualmente o inglês.
Segundo a pesquisadora Patricia Ryan, o foco neste idioma está impedindo que surjam outras ideias em outros idiomas, e por isso, é possível que em poucos anos, a humanidade entre em uma profunda baixa intelectual.
Quem não se lembra dos avanços no campo da matemática e ciências vieram da ocupação muçulmana na Europa na Idade Média?
Quando a gente decide partir para o mercado de trabalho, nem sempre sabemos o que vamos encontrar, desde ambientes não propícios ou mesmo pessoas que vão tentar puxar nosso tapete a qualquer custo. Isso é inevitável dentro daquele conceito expresso, de que este mundo funciona com regras e premissas próprias.
Complementando esta ideia, invariavelmente estamos frente a frente com aquilo que mais nos desagrada e como é natural do ser humano, ou nos submetemos ou atacamos, como se fôssemos verdadeiros animais numa selva onde somente o mais forte sobrevive.
Não estamos questionando se este ou aquele ato é o mais correto, mas sim tomarmos por exemplo o caso dos leões. Vocês já perceberam que de todos os predadores naturais, ele é o único animal que encara sua presa frente a frente?

Todos os outros vão na surdina, esperam o momento certo, para depois dar o bote, e por sua vez, as vítimas nem sabem de onde veio a pancada.
Claro que temos que considerar o próprio instinto de sobrevivência, que dita as regras no reino animal em contrapartida com aquela “racionalidade” que é (ou deveria ser) nossa característica.
Um ponto importante nisso tudo é a lembrança de que nem sempre temos que ser amigos íntimos das pessoas para reconhecermos suas capacidades produtivas, e cabe aos gestores e líderes do negócio, reconhecer essas forças e dar o devido prêmio.
Olá amigos!
Hoje estamos aqui em sessão especial para anunciar a entrada do meu grande amigo Eduardo Matosinho ao corpo de editores regulares do Vivendocidade.
Para quem não conhece, o que per si é um absurdo, o Edu veio da Economia (FEA-USP), faz parte da direção da Galeria Pontes, e recentemente laureou-se Cientista Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
A parte mais legal é seu trabalho como artista plástico, sendo autor de obras que mostram – na nossa visão – o que se passa quando pulamos a cerca da fazenda da mente humana, tendo destaque para a expressão destes sentimentos.
Então é isso! Vocês têm a obrigação de visitar o Redescobrindo, que é o site onde ele se esconde, ou esperarem o próximo artigo, onde faz sua estreia.