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Quando você lê a notícia:
TRE do Rio de Janeiro deixa casal Garotinho inelegível
“Na tarde desta quinta-feira, 27, decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) tornou inelegível o casal Garotinho. Anthony e Rosinha foram acusados do uso indevido de meios de comunicação durante a campanha de 2008, quando ela se elegeu prefeito de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Caso a decisão seja mantida, Garotinho não poderá disputar a eleição para o governo do Estado – ele é pré-candidato pelo PR. Rosinha também foi cassada do cargo de prefeita.” (O Diário de Teresópolis, excerto, 28/maio/2010)
O que passa pela sua mente? Afinal de contas, não é sempre que vemos um político condenado por qualquer crime que seja, mais difícil ainda é o condenado prestar contas à sociedade civil e cumprir pena. Leia mais…
O Brasil, segundo dados da Unesco publicados no curitibano “Gazeta do Povo” em janeiro deste ano, é a 15ª maior taxa de repetência no ensino fundamental entre os 150 países avaliados (o primeiro lugar pertence a Burgundi, com 28,8%).
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Como se não bastasse estarmos neste ranking da vergonha, o MEC/Ministério da Educação recomendou que todas as escolas públicas e privadas do país não reprovem mais alunos matriculados nos três primeiros anos do ensino fundamental (de 6 a 8 anos de idade, em média).
Se for homologada pelo ministro Fernando Haddad, a resolução entra em vigor em 2011, mas não terá força de lei, ou seja, só adota quem quiser. Leia mais…
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É verdade que de uns tempos pra cá, à medida em que a “inteligência” do consumidor aumenta, a variedade de produtos e a facilidade com que conseguem opiniões, resumos, e afins, também se tornou mais difícil fazer valer seus produtos ou serviços.
Qual foi a solução encontrada? Massificar tudo e todos.
Seja com super campanhas envolvendo vários meios de mídia, ou mesmo com o marketing de guerrilha, acredito que estamos num ponto onde não se sabe ao certo o que estamos comprando, no sentido de produto ou serviço de fato.
No fim das contas, o que compramos é uma ideia, um conceito, até mesmo a possibilidade de ter (nem sempre) algum status.
Veja o exemplo da campanha da Fiat para o Novo Uno. Spot em horário nobre, perfis nas redes sociais mais famosas, hotsite todo customizável e por aí.
Afinal de contas, é um carro pop, com dezenas de combinações possíveis, desde itens no painel, opcionais, decalques, e muitos, leia-se muitos mesmos, itens que a pessoa pode colocar ou tirar do seu carro, tornando-o num modelo único.
Entretanto tal “expertise” não se repete nos pontos de venda.
Se a Fiat quer uma imagem jovem e antenada com o que está acontecendo, deveria se preocupar em formar melhor seus representantes concessionários, pois o mundo real não é essa maravilha toda.
Muitos vendedores não conhecem o carro, e suas possibilidades de customização. Quando questionados sobre este ou aquele detalhe, vão correndo procurar no folder e o que é pior, acabam por matar toda a ansiedade, desejo e qualidades que disse aí em cima, oferecendo muitas vezes um veículo (que deve ser bom, quem sabe), mas que não foi o pedido pelo cliente.
Se anos atrás, comprar um Uno, em geral, sinalizava poucas condições financeiras para adquirir um carro, hoje comprar o Novo Uno representa meses de espera para receber seu carro, distinção de prioridade e pessoas, desinformação, etc.
Vendedores, ou vocês procuram conhecer tudo o que sua profissão exige, ou é melhor sair de repente para kagar…