Falem o que se fale, mas da minha geração (nasci em 1981), ele foi o maior jogador. Ronaldo Nazario de Lima ganhou todos os prêmios possíveis que o futebol lhe havia reservado. Duas Copas do Mundo, sendo a primeira depois de uma fila de 24 anos, sem contar que ninguém conseguiu fazer mais gols.
Quinze minutos, os últimos definitivos de sua carreira dentro das quatro linhas, talvez poderiam ser maiores. Ou menores. Não temos como saber. Isso é irrelevante.
Numa época onde o amor ao esporte foi substituído pelo amor ao dinheiro, é muito ter como recordação lances de jogo, e sobretudo, como em meio a tudo isso o Fenômeno se manteve um homem simples.
Ao contrário de outros, que teimam em querer ser os reis do mundo.
Por que outros jogadores não tiveram a chance de se despedirem da seleção principal? Talvez mereciam a homenagem, é verdade.
Mas esse é o dia dele!
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Olá pessoal, já faz algum tempo que não posto nada aqui no blog, mas vamos lá. Contarei aqui como foi minha primeira experiência de assistir a Fórmula 1 no Autódromo José Carlos Pace, vulgo, Interlagos.
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Barulho ensurdecedor do ronco dos motores, muitos amantes de automobilismo de várias partes do mundo se traduz em paixão, muita paixão das pessoas que estavam presentes. Confesso que não sou tão fanático por automobilismo, porém a experiência foi bastante válida. Largada sensacional, todos os carros se espremendo na curva do S, porém, para nossa felicidade ou infelicidade, não houve nenhuma batida logo na largada.
A corrida em si para que assistiu pela TV não foi lá essas coisas, embora a pole position tinha um estreante, Nico Hulckenberg da Williams, com uma estratégia certeira na escolha dos pneus. Após a largada deu a lógica, dobradinha da Red Bull com o Vettel em primeiro e sem jogo de equipe, o que resultou posteriormente no título para o jovem alemão.
De volta ao Brasil, deixa eu contar a experiência que é ganhar uma copa do mundo pela primeira vez.
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Aquela expectativa, ansiedade que só aumenta jogada após jogada em que o gol não sai. Mesmo quando os adversários se confundem no esporte, e imaginam que o campo se transformou num ringue de vale tudo.
Aliás, como a Holanda se esqueceu de jogar futebol e se tornou faixa preta de kung fu?
Só posso entender que eles sentiram o peso de participar de mais uma final, já tendo perdido duas (a segunda com uma certa ajuda externa) e ficar com a fama de ser o “Vasco da Gama do futebol mundial”.
Aos espanhóis, aqueles que não foram para Pamplona curtir a Fiesta de Sanfermines, gritem com vontade: EL CAMPEÓN!
E como comentário final, queria dizer que o Uruguai foi mais hominho que o Brasil. Aprendam como se faz, cabras!