Avatar
Quando pensamos em internet, redes de relacionamento e parecidos, talvez a primeira imagem que nos chega à mente, o primeiro passo para entrarmos neste mundo novo, é o login e senha.
Pode parecer algo simples e banal, mas a cada cadastro que realizamos, se olharmos bem, nada mais do que criamos personagens de nós mesmos, que de certa forma, representam algo que gostaríamos de ser, ou ter, etc.
Este conceito fica mais claro se nos recordarmos do Second Life, aquele ambiente virtual e tridimensional que simula em alguns aspectos a vida real e social do ser humano.
Lá, a primeira obrigação dos jogadores, é criar sua imagem residual, uma projeção inconsciente do seu “eu”, não sendo necessariamente, idêntico à realidade, mas suprindo um desejo ou necessidade:
Neste caso, a invencibilidade do robô é uma forma de mostrar a negação de uma fragilidade ou condição patológica.
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Philip Rosedale – Philip Linden
Humm, necessidade de auto-afirmação?
De qualquer forma, é esta imagem que apresentamos ao mundo e às pessoas nas quais nos relacionamos, que muitas vezes causam certo estranhamento, pois “aquela moça linda, de olhos claros e loira” com quem você conversa, muitas vezes – 110% das situações – não é como se parece.
É com isso em mente que pretendo assistir a estreia de Avatar, de James Cameron, que pela sua sinopse e material de divulgação (que eu fiz questão de não ver) nos leva a um novo mundo além de nossa imaginação, onde um relutante herói embarca numa jornada de redenção, engenharia genética, descobrimento e amor inesperado, enquanto ele lidera uma heróica batalha para salvar a civilização.
Com Sam Worthington, Sigournery Weaver, Zoe Saldana, entre outros, o filme estreia hoje, 18 de dezembro no Brasil.
Minha expectativa é alta…
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