Talvez essa semana foi a que o Brasil passou pelo maior constrangimento de sua história.
O fato do Lula pensar que tem mesmo todo esse respeito ao redor do mundo e achar que de fato ele é “o cara”, fez papel de palhaço em rede mundial, alias, os papeis desempenhados pelo presidente são de deixar qualquer brasileiro morto de vergonha.
Em minha curta existência acompanhando o cenário político brasileiro, nunca um presidente me fez passar tanta vergonha como esse tem feito. Nem mesmo Fernando Collor foi tão sofrível como é o presidente Lula.
O circo foi armado em Teerã e o Brasil parecia que iria dar um passo histórico, convencendo os “irmãos” iranianos a utilizar energia nuclear apenas para fins pacíficos. Não foi passo histórico coisa nenhuma. Caímos foi de cara no chão.
Em seguida ao anunciado e festejado acordo com Ahmadinejad, a ONU acenou com aplicação de sanções contra o país dos aiatolás.
De fato o presidente Lula foi feito de trouxa e nós, brasileiros, que somos considerados como o povo mais pacífico e receptivo do mundo, somos também os mais ingênuos, para não dizer otários.
A coisa é simples de entender: para China e Rússia ficarem com o pé atrás em relação ao Irã e concordar com as sanções, mostra que Turquia e Brasil não tem força nenhuma e pelo jeito nem mesmo credibilidade.
Foi uma semana trágica para a política externa brasileira, coroando com “medalha de ouro” o nosso chanceler, uma das pessoas mais esnobes e entojadas que já passou por um cargo público neste país. O nome do desastre: Celso Amorim.
Está chegando a sua hora, presidente. A hora de enfiar o rabo entre as pernas e sair pelas portas dos fundos. De preferência, sair para sempre da política.
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