Conforme anunciado ontem no Cotidiano Nacional, a série “Viagens pelos Estados” será “exibida” agora no Vivendocidade.
Ainda sem data para começar, o primeiro estado “visitado” será o Acre e o modelo será um pouco diferente do vínhamos apresentando anteriormente. Será apresentado a história do Estado, alguns dados estatísticos de relevância e geralmente uma notícia pitoresca da imprensa online local.
Antes de começar essa viagem, vamos falar de possíveis dois novos destinos: Carajás e Tapajós.
Os dois possíveis novos estados ocuparão área atualmente pertencente ao Estado do Pará.
Os contrários dizem que a criação dos estados (não apenas estes, diga-se) é uma aberração, que não são viaveis economicamente e que a União terá que arcar com as despesas, sem falar nos gastos com a construção de inúmeros prédios públicos a criação de um sem-número de empregos públicos.
Até porque um estado “a mais” representa mais senadores e deputados federais no Congresso, orçamento repartido, estrutura administrativa e afins.
Já quem é favorável espera na divisão, o crescimento da região, pois alegam, neste caso, que o Estado do Pará é muito grande e sofre com o descaso das autoridades; estão “longe do centro do poder”, etc. Citam ainda os sucessos de Tocantins quando se “libertou” de Goias (em 1989) e da divisão de Mato Grosso (há 33 anos) .
Atualmente, no cenário político e econômico do país, nada justifica a criação de estados ou municípios, que nada mais são que escoadouros do dinheiro público. Além disso, é certo que uma ou outra família será a “dona” do negócio e fará apenas aquilo que lhe seja interessante.
Nunca é demais lembrar que o Cotidiano Nacional classificou, em uma viagem ao estado do Pará, como o lugar que mais se parece uma “terra sem lei”.
Ao inves de termos 1 estado pobre, teremos 3 estados pobres e um entrave à governabilidade.
As informações são do Estadão Online.
Alexandre Carvalho, 34 anos, Biólogo em formação, crítico e jornalista amador, é editor do Cotidiano Nacional e escreve às sextas-feiras para o Vivendocidade.
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Ótimo post. Embora creio que essa discussão (criar mais 2 estados) nem mereça perdurar. Os pontos desfavoráveis para essa alteração são relevantes. Se para cada estado onde há má administração pública e desigualdade na distribuição de recursos, for necessária uma divisão territorial, será necessário “multiplicar” Brasília. Não seria possível abrigar tantos representantes da federação….
Minha filha falar é fácil se vc fosse ao sul e suldeste do Pará vc veria o descaso dos políticos com esas cominidades e observaria que eles estão largados as cobras.
Se vc for viajar passe la no sul do pará acompanhe o descaso de Perto
[...] This post was mentioned on Twitter by Alexandre Carvalho. Alexandre Carvalho said: Se tiver um tempo, escrevi sobre isso. http://bit.ly/anyFik RT @thiagoarantes: O Pará vai dividir e eu nem tava sabendo? #vidadeimigrante [...]
[...] dependem fielmente do Tesouro, pois não tem condições de se sustentarem sozinhos (por isso somos contra a criação de mais estados) e portanto acabam por se endividarem além da conta, e ainda elegem políticos corruptos que só [...]