Categoria: Artigo

Iniciante na cozinha: Salada com camarão


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Como algumas dívidas são facilmente pagas com comida, vim sanar a minha com o site e ensinar uma saladinha bem simples para incrementar o almoço em um dia de calor como hoje.

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Sandy faz anal e o que temos com isso?


Nesse mundo, certas coisas são muito polêmicas, e não estamos falando de mamilos. A declaração sobre prazer anal publicada na edição deste mês da revista Playboy é uma delas. E nem é pelo ato em si, já que cada um dá o que pode e come com o que tem, e por isso sem critérios de avaliação.

O centro da questão está na Sandy Júnior (inevitável, desculpem) e como qualquer coisa onde ela esteja se multiplica por um zilhão de estrelas cadentes vindo em direção à Terra.

 

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Quem tiver boa memória vai se lembrar que desde bebê, quando iniciou sua carreira artística na cola do sucesso familiar, a personalidade “pública” dela seguiu um mesmo padrão, o de princesinha. Naquela época, o início da década de 1990, os grupos infantis que estavam em alta nos anos anteriores começavam a perder espaço, uma por seus integrantes terem crescido, além do crescimento da tecnologia e outras questões sociais das quais já foram tratadas neste site, e esse “bom mocismo” foi bem visto pelas pessoas.

Artificialmente ou não, esse lado grudou de tal forma em sua pessoa que nem a afirmação de sua devassidão foi capaz de alterar seu status.

Hoje, é praticamente impossível, para nós mortais imaginar que a Sandy seja uma pessoa comum, que tem suas necessidades, arrota ou, no caso da entrevista, faz sexo.

Por um lado, independente do ato em si, é bom que surjam essas polêmicas em torno dos famosos, uma vez em que o culto de personalidade nunca esteve tão em alta. É só ver por aí o que as pessoas estão fazendo para ter seus 5 minutos de fama, Rebecca Black e afins.

No final disso tudo, algo que ainda não fomos capazes de desvendar é, porque continuamos a repetir esses símbolos, mesmo depois de tanto criticá-los?


Encontrado o Cubo Cósmico do Capitão América


Desde sempre, as pessoas se pegam imaginando como vai ser o futuro. Já nos tempos da Rainha Vitória e do pai da ficção científica Júlio Verne, extrapolamos nossos pensamentos em direção ao futuro como se somente ele importasse, ao mesmo tempo em que nos esquecemos sistematicamente do nosso passado.

Nas grandes cidades, São Paulo por exemplo, é comum ouvir as pessoas falando que isto ou aquilo é velho, antigo. Isso em meio ao som dos tratores carregando entulho dos prédios para dar lugar ao que há de mais moderno na engenharia do século (retrasado).

Um exemplo claro disso é a dificuldade que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) tem em tombar nosso patrimônio, em associação ao mercado imobiliário, em contrapartida à não preservação do respectivo cuidador (o termo proprietário me parece descabido aqui).

 

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Sobre este problema o historiador francês Jacques Le Goff, em seu livro História e Memória (1988) afirma que existem certas dualidades que foram utilizadas para conceber a história, construí-la e interpretá-la; por exemplo, Antigo/Moderno, Passado/Presente, Progresso/Reação.

É um livro que recomendamos sua leitura, mesmo entre aqueles que não são da área e essa introdução toda serve apenas para apresentar um conceito, mais um, para previsão do futuro.

Dessa vez, somos apresentados ao conceito de cubo, onde cada face representa uma pergunta ou condição, a saber: vontade das pessoas, atendimento às necessidades, viabilidade, legislação, tempo e explicação.

O conceito foi proposto pelo pesquisador emérito da IBM e pioneiro na computação brasileira Jean Paul Jacob, que acredita no desaparecimento dos computadores para os próximos anos. Para ele, a computação será cada vez mais invisível, e a internet se transformará em uma utilidade pública, tal qual eletricidade, e outras.

Claro que ninguém é capaz de saber ao certo o que vai acontecer, entretanto a literatura científica tem sido utilizada como matéria prima para a maioria das invenções do ser humano (a comparação entre o comunicador utilizado pelos tripulantes da Enterprise em Star Trek e o telefone móvel é inevitável), resta saber se os cientistas estão se inspirando nos autores certos.

Em relação ao Cubo de Jacob, existe alguma semelhança com o Cubo Cósmico da Marvel, e objeto de desejo do Caveira Vermelha no filme Capitão América?