Categoria: Artigo

Lei de Gerson, vulgo, lady Gerson


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Olá pessoal, já faz algum tempo que não posto nada aqui no blog, mas vamos lá. Contarei aqui como foi minha primeira experiência de assistir a Fórmula 1 no Autódromo José Carlos Pace, vulgo, Interlagos.

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Barulho ensurdecedor do ronco dos motores, muitos amantes de automobilismo de várias partes do mundo se traduz em paixão, muita paixão das pessoas que estavam presentes. Confesso que não sou tão fanático por automobilismo, porém a experiência foi bastante válida. Largada sensacional, todos os carros se espremendo na curva do S, porém, para nossa felicidade ou infelicidade, não houve nenhuma batida logo na largada.

A corrida em si para que assistiu pela TV não foi lá essas coisas, embora a pole position tinha um estreante, Nico Hulckenberg da Williams, com uma estratégia certeira na escolha dos pneus. Após a largada deu a lógica, dobradinha da Red Bull com o Vettel em primeiro e sem jogo de equipe, o que resultou posteriormente no título para o jovem alemão.

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Nua pelada na webcam


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Algo que com certeza tira o sono dos mais velhos, em se tratando de sociedades conectadas, é a superexposição que estamos sujeitos. Com redes sociais ou não, isso é algo irreversível.

Hoje, qualquer usuário médio de computador, enquanto verifica seus emails, está subindo fotos que tirou no dia anterior para seu álbum do Orkut, já pensa com quem vai conversar no messenger para não dizer aquele vídeo mais visto no seu canal do YouTube.

Falando em Google, quase nunca pensamos nisso, mas através de seus serviços, eles são capazes de saber:

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  • Com quem conversamos (Google Talk);
  • Quem são nossos amigos (Orkut);
  • Quais assuntos nos interessam (Google Reader);
  • O que assistimos (YouTube) e o que fotografamos (Picasa);
  • O que lemos (Google Books);
  • Quais os nossos documentos (Google Desktop e Docs);
  • Nossos compromissos (Google Agenda);
  • As notícias que nos são mais importantes (Google News)…

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Acho que já deu para sentir o drama, não é?

Se de um lado, as empresas que fazem a internet não se sentem envergonhadas em armazenar todo tipo de informação sobre o ser humano, as pessoas também são responsáveis por isso, desde a falta de controle sobre o que deve ser posto online, e aí incluímos não só fotos e vídeos da marcelinha nua pelada na webcam, mas também sentimentos e ideias.

Imagine a festa que é em qualquer empresa ao descobrir que seus funcionários poluem comunidades tais como “Eu já fui pro trabalho bêbado”, “Eu tenho alergia a trabalho” ou “Meu chefe é um vagabundo”?

O Professor Dr. Ronaldo Mathias – site | twitter – que tem seu trabalho voltado para mídias e comunicação, nos conta sobre esse uso massivo das redes sociais e se é verdde que as pessoas estão atrás dessa superexposição:

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E você? O que acha?


A justiça “tiririca” da vida


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Ontem, depois de 8 anos da morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel, o primeiro réu do caso foi condenado a 18 anos de prisão.

Passou tempo demais desde a morte até a primeira sentença, mas nada disso seria tão notório se o réu em questão, não estivesse foragido, ou em linguagem judicial, em “local incerto e não sabido”.

Eu sei que pode parecer não ter nada a ver, mas será que a justiça não demora para “fazer justiça” por conta da perda de tempo com Tiriricas e Felipe Massas da vida? Para quem não entendeu a relação, refiro-me aos processos contra o deputado mais votado em São Paulo e a ameaça de Felipe Massa sair preso de Interlagos, depois da corrida.

É muito tempo para esperar que um criminoso seja condenado, e se ele não está preso é o fim da picada. E tudo isso não seria pior se o, agora culpado, não tivesse passado 8 anos preso e ganhou o direito de aguardar o fim do julgamento em liberdade. Até um Tiririca saberia que o cara iria desaparecer. Menos os nossos tão afamados promotores.

Assim como nos dois casos citados acima, o promotor do caso Celso Daniel é outro que adora uma câmera de TV. E enquanto essas pessoas quiserem mais se aparecer do que realmente prestar serviço à população e honrar o dinheiro do contribuinte, a justiça vai mal.