Bom, depois do puxão de orelhas do editor mentira!… Acredito que a ausência às vezes nos faz bem. Brincadeira!… rsrs
Como é sabido sou pesquisadora do pentecostalismo brasileiro, inclusive suando muito para dar conta dos capítulos finais da tese.
Vamos falar hoje da questão da Modernidade nas igrejas pentecostais consideradas históricas.
O Pentecostalismo clássico ou o de missão, como também é chamado, que o Brasil passou a conviver a partir do ano de 1910 – com a chegada da primeira igreja pentecostal e, logo em seguida (1911) com a segunda igreja – centrava-se no ascetismo e nos dogmas. Seus adeptos entendiam que quando mais afastados dos prazeres do mundo, mais perto estavam da salvação e essa salvação, era para ser vivida no “paraíso celeste” e não neste mundo.
Uma coisa meio complicada de se entender nos dias de hoje, com as contribuições das tecnologias e do progresso incessante, da cultura de massa, sociedade de consumo, e, etc., mas era exatamente assim que viviam os primeiros pentecostais em solo brasileiro. Repetiam os discursos para a ética moral, santidade, recolhimento e salvação, em resumo.

Além desses atributos, acreditavam ainda que a salvação era coletiva, a pobreza material e sofrimento eram grandes atributos para se conseguir a salvação eterna. Na verdade, se for pensar por esse viés, acredita-se que tinha mais salvos do que se imaginava (apesar da nossa presidente ter a missão de erradicar a pobreza).
Preciso começar esse artigo pedindo desculpas aos maranhenses, pois não dá para pensar no Maranhão sem pensar em um nome de peso, e que tenho certeza pesa muito nas costas do cidadão comum deste Estado.
Sim, estamos falando da família Sarney. E tudo ou qualquer coisa boa que o Estado possa ter, fica encoberto por esse fantasma que parece vai atanazar a vida do Estado por muitas gerações.
E para não perder o ritmo, vamos falar do que o Maranhão tem de pior. O Estado pode ser chamado de o Vasco da Gama da Federação, e os motivos são os piores possíveis. É o vice campeão do PIB per capita mais baixo do País, atrás do Piauí. É o vice campeão em mortalidade infantil, com assustadores 39,2 por mil nascidos vivos, só perdendo para Alagoas, do Collor de Melo e Teotônio Vilela. Mas não fiquem triste, porque enfim o Maranhão conseguiu seu título. É campeão em IDH: o pior entre os 26 estados e Distrito Federal. E as notícias não param por aqui: não conservam seus prédios históricos – quase 40% dos casarões correm risco de desabamento -, pouco mais da metade dos domicílios possuem acesso à água e à rede de esgoto. Enfim, vamos parar por aqui senão os maranhenses vão nos detestar de hoje até o fim do mundo.
Quantas vezes você estava na sua mesa, tentando (ou não) fazer seu trabalho quando seu chefe chega falando:
Antes de surtar ou tentar pular da janela, geralmente o pensamento que vem é algo parecido com:
Acontece que de qualquer modo que você preencher os testes, vai notar que não é tão simples falar de si mesmo, principalmente dos nossos defeitos.
Por outro lado, se fosse para falar do colega, aí sim é uma tarefa fácil. Se for para criticar então… Já está até pronta!

Por que somos assim? Se para falar (mal) dos outros temos uma facilidade imensa, e quando temos o momento para falar o máximo possível (bem) de nós mesmos, já começamos a tropeçar nas palavras, suar frio e tremer nas bases.
Uma coisa que ninguém fala é que a forma como as pessoas decidiram viver civilizadamente, multiplicado pela ação do tempo, ensinou que elogiar a si próprio é algo feio e que por isso deve ser evitado. Pode perguntar para seus avós o que acontecia, quando uma pessoa era elogiada demasiadamente.
Certamente a maioria vai dizer algo parecido com: “se elogiar demais ele fica preguiçoso e vai deixar de ser bom”.
Com essa herança genético-social nos tornamos pessoas que não convivem bem com elogios e mensagens positivas, tanto recebidas, como feitas a si mesmos.
Então quando chegam os momentos oportunos, de avaliação de carreira, entrevista de emprego, pedido de casamento ou outro, ficamos a ver navios.