Categoria: Artigo

Bem vindos à Guerra Civil Brasileira


O Brasil está há muito tempo, em uma verdadeira guerra civil, mas não uma guerra como as que conhecemos, com lados organizados, e motivos bem definidos. Vivemos numa guerra de vários temas, contra a violência, contra as drogas, contra a exploração do sexo, e muitas outras ao mesmo tempo.

 

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Enquanto este texto é escrito, grupos da morte estão em ação no interior do país, fazendeiros que na ânsia de terem mais dinheiro e poder matam sem dó militantes em prol dos direitos humanos; padres e freiras que denunciam casos de trabalho escravo, a derrubada da floresta e tantos outros crimes.

É como dizem, o modo de vida moderno incentivou as pessoas a quererem ter tudo, fazendo o mínimo possível para isso, em um complexo esquema de vida fácil, sombra e água fresca.

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Como legalizar a pedofilia em 5 etapas


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Fazendo uma analogia com o artigo How to Destroy a Culture in 5 Easy Steps, Joe Carter nos explica como uma sequência de etapas simples podem criar uma “janela” dentro da mente das pessoas, e através dela expor um discurso sério e totalmente liberto de -ismos:

Imagine, de maneira simples, que você está no meio de uma estrada. Em ambos os lados estão ações e decisões extremas para qualquer questão política. Ao longo desta estrada estão todas as opções políticas. A essência dessa simulação indica que é possível apenas uma escolha por vez. Independente de quão radical seja, somente alguma dentro dessa estrada tem um grau elevado de sucesso.

Esse modelo, criado nos anos de 1990 por Joseph P. Overton, foi pensado originalmente para as questões de aquecimento global, e de maneira simples, estabelece que qualquer ato pode ser delineado como: Impensável, Radical, Aceitável, Sensibilizado e Regulado. Quando a discussão evolui, dentro do conceito deste modelo, temos a criação daquilo que e normal, ou comum.

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Parar na faixa de pedestre virou lei. Precisava?


Nobre leitor do Vivendocidade. Depois de um longo e tenebroso inverno que congelou meu desejo e minha paixão por escrever, volto, mas sem periodicidade certa para tratar da mais nova lei na cidade de São Paulo.

Agora em São Paulo é obrigatório que os carros parem na faixa de pedestre para que estes possam atravessar, mas somente onde não haja semáforo.

 

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Recentemente publiquei em meu facebook uma foto tirada em um banheiro onde recados impressos em folha A4 solicitava que a tampa fosse levantada e que a descarga fosse dada após o uso. Cá entre nós, precisa disso? Isso não deveria ser o mais básico das normas de higiene, boa convivência, etc, etc?

O mesmo se aplica para uma lei que obrigue você a parar na faixa de pedestre. Isso deveria ser o mais básico do básico. Mas não, afinal nós somos brasileiros e talvez se ainda estivéssemos sob a batuta do presidente Lula, ele diria que isso é um problema cultural.

No primeiro dia de fiscalização da nova lei, foram registrados na cidade 14 atropelamentos. Nada mal.

Aqui na Cidade Universitária essa prática já é um pouco comum, e muitas vezes até já motivaram colisões traseiras promovidas por apressadinhos sem causa. Óbvio que ainda há muito o que se melhorar nessa questão, mas acho que a lei poderá contribuir para a melhora. Que fique bem claro que: quando eu disse que não precisava de uma lei para esse tipo de coisa é porque eu esperava que a espécie humana fosse capaz de perceber necessidades comuns. Mas até isso penso que é pedir demais.

Temos um sério contraste de valores em nossa vida. Isso tanto é verdade que quando motoristas param na faixa, os pedestre ficam espantados com a atitude.

Não quero deixar esse post meio que entreaberto, mas quero deixar uma pergunta ao leitor. Que outras leis serão necessárias para que tenhamos um povo mais civilizado? Participe, deixe sua sugestão nos comentários. Analisaremos e escreveremos sobre o assunto.