ou “Eu sou muito cara de pau por postar a coluna da sexta-feira na quarta”.
O Teatro Épico do dramaturgo alemão Bertold Brecht (1898-1956) nos ensina que as interpretações são fruto de uma composição, no sentido social, da atitude dos atores, do cenário, da música, dos sons e até do silêncio, montando assim elementos que causarão o efeito desejado, e por continuação, o impacto devido. Leia mais…

Vejo borboletas
em todos os lugares
Quando menos espero
De mãos dadas em pares
Embaixo da cama
Atrás da porta
Surgem
E são sorrateiras
Procurando casa
Encontrando fogo
Saindo de seu casulo
Voam de capacete
Estarei em casa
Para quando chegarem
Imagem via attackedastoria:
colormestoked
netheme:(via appleday)
Talvez o maior conquistador e comandante militar da história da humanidade, Gengis Khan (1162-1227) é também o menos entendido e estudado no ocidente.
Gengis Khan at the Military Museum of Beijing, by Davidalender Hu
Isso porque as cadeiras de história tratam de assuntos essencialmente factuais e europeus (império romano, renascença, grandes navegações, descobrimento do Brasil, etc…)
Fatos do Império Mongol, seus cosumes e cotidianos ficam, por isso, em segundo plano.
Dessa forma, se quisermos recorrer a fatos e acontecimentos mongóis e/ou essencialmente orientais, temos muitas vezes que pesquisar em meios não canônicos.
O escritor inglês Conn Iggulden, que procura sustentar sua ficção com fatos históricos tem nos ajudado muito neste sentido, além (é claro) do mestre Bernard Cornwell.
Seu último trabalho, O Conquistador, relata justamente a vida deste célebre general.
No Brasil, somente dois livros foram publicados, pela editora Record:
Vejam um trecho onde ele aconselha seus filhos sobre o que virá no futuro: Leia mais…