God of War: no fim, só haverá caos
Este post, por definição, é um contrassenso. Não leia.
Ou se quiser continuar, a responsabilidade é totalmente sua e eu não tenho nada a ver com isso.
Foi-se o tempo em que passar horas em frente à uma TV poderia ser considerado um passatempo, e que jogos de vídeo game eram feitos para as crianças.
Infantis?
Veja isso e repense seus conceitos…
(sim, ele faz o que pensou, e para os puristas, não é spoiler, já que está na versão de demonstração).
Tenho a impressão de que, mesmo com todo o cuidado que os responsáveis têm em verificar a censura dos jogos, coisa e tal, de que estamos criando uma geração anestesiada às violências mais extremas, do tipo das que não se impressionam mais com nada.
Veja, não estou defendendo que tais jogos não deveriam existir, até porque eu mesmo sou proprietário da maioria deles, mas sinto que falta critério na definição de conceitos daquilo que é bom, e também o que não é bom, de se assistir.
Neste sentido, as emissoras de televisão têm muita responsabilidade, por apresentarem sempre as mesmas opções ruins de grade, num sensacionalismo barato de exploração da desgraça alheia sem fim.
Como se vivessem de uma tragédia depois da outra. E o que perdeu destaque, vai para debaixo do tapete.
Entendo que o público alvo dos jogos de hoje em dia são os adultos. Talvez como escape às tensões diárias ou mesmo poder fazer com um personagem aquilo que não se pode fazer com o chefe ou o colega ao lado.
O ponto central disso tudo é: o que vem a seguir?
Pois é lógico entender que se a inocência extrema dos jogos de décadas passadas não era algo bom, e por isso foram adicionadas altas doses de realidade, é de se supor que um dia essa dosagem será excessiva, fechando uma porta para os desenvolvedores.
Enquanto esse dia não chega, vou logo encomendar o meu, antes que acabe.
Eu te falei que era um contrassenso…






