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Continuando com a série voltada à saúde na cidade grande, hoje vamos abordar que o ritmo da cidade grande também influência na velocidade de nossos desejos e causam inclusive certa aflição.
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Saudades do meu “maior” amigo…
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Depois de uma semana fazendo exercícios físicos (caminhada leve, corrida e musculação – 2 aparelhos) muitos de nós queremos ver logo os resultados. Mas ainda é insuficiente. Falta fôlego, falta força e a barriguinha incômoda continua no mesmo lugar. Dependendo do ângulo de visão, parece até maior.
Acreditando nisso tudo, tenho mantido firme a decisão de ter ao menos um preparo físico melhor e portanto, excetuando-se às segundas-feiras, continuarei com meus exercícios, e em breve acrescentaremos também a piscina. Quase um triatleta. Quem vem comigo?
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Convenhamos, nos últimos dias os “falsos moralistas” sofreram de pressão alta e outros mal súbitos. Antigamente se ouvia os mais idosos dizerem que queriam morrer antes de ver o homem pisar na lua e muitos morreram com a certeza de que jamais o homem pôs os pés lá.
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Por assim dizer… Onde está o salame da Ariadna?
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Se os coitados ainda fossem vivos teriam morrido de infarto fulminante ao assistir o BBB11 ao ver uma mulher linda de viver para alguns, desfilar com um micro biquíni entre marmanjos (pagando o maior mico) e já pensando em um esquema para “pegar” a garota, a Ariadna.
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Cada dia que passa, notamos a imprensa tradicional, o que quer que esse termo signifique, se rendendo ao que é comum e usual nessa terra sem lei da internet. Não que isso seja algo ruim, mas para quem está fora, muitas vezes o país online é visto como o lugar onde tudo é permitido.
Nesse sentido tivemos dois extremos nas últimas semanas: a falta de umbigo da atriz Fernanda Vasconcellos no comercial das Havaianas e a trollagem do Bobagento em toda a internet. Eu disse toda ela!
Da parte das Havaianas, mérito para a agência, que com dois cliques no GarageBand iMovie Final Cut conseguiu reverberar o vídeo em todas as mídias, espalhando sua marca de maneira espontânea, levando as pessoas – indiretamente – fidelizarem ao produto. Tanto que depois de tudo, na nova versão do mesmo comercial, ela tem umbigo.
Quando esse tipo de anúncio acontece de maneira gradual e espontânea, entenda quando não possui estratégias de guerrilha, cria-se uma relação legal com a marca, sem ser cansativo e alto índice de reprodução, que neste caso também podemos dizer que possui um alto grau de viralização.
A diferença chega a ser sutil, e pode gerar num impacto negativo em relação à marca, como podemos ver na foto abaixo:
Tudo bem que é uma campanha sobre sustentabilidade coisa e tal, mas precisava ser algo de tão mal gosto? Coisa de chinês.
Amigos publicitários entendam, marketing viral NÃO É a mesma coisa de marketing de guerrilha!
Ter unidades de referência online, é preciso saber aproveitar os recursos que a própria ferramenta oferece, seja Twitter, Facebook ou aquela que seu vizinho criou na garagem (são tantas que nem sei mais).
Sobre o Bobagento, a história é mais engraçada quando lida diretamente no site dele, mas só tenho a dizer uma coisa: vocês que caçam pauta jornalística na internet, vocês são muito fracos.
Mesmo que não concorde, ainda sim é a verdade.