De presidentas à elefantas e a composição do novo governo


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Durante a posse da nova presidente do vice-reino do Brasil, além das pernas da Sra. Michel Temer, o que tomou conta nos noticiários e pessoas que acompanharam o evento foi a repetição exaustiva da palavra “presidenta”.

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Não está incorreto, mas dói ouvir (e ler) isso em todo canto, e olha que em se tratando de idioma, nossa língua aceita muita coisa, juntando aí o paulistês, o carioquês, e o tradicional baianês.

Muito axé para você, meu rei!

O termo em si é tão surreal que é a mesma coisa se passássemos a chamar a mulher do paquiderme de elefanta. Não é correto, mas quem de fato chama a fêmea do elefante assim?

De qualquer maneira, independente de como vamos chamar, é de suma importância que conheçamos o restante da gangue. Das 37 pastas ao todo, já sabemos que a minoria não será vinculada à currais eleitorais ou, em outros termos, serão aqueles que realmente sabem o que deve ser feito…

PT

Guido Mantega (Fazenda)
Alozio Mercadante (Ciência e Tecnologia)
Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral)
José Eduardo Cardozo (Justiça)
Antonio Palocci (Casa Civil)
Paulo Bernardo (Comunicações)
Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
Miriam Belchior (Planejamento)
Ideli Salvatti (Pesca)
Maria do Rosário (Direitos Humanos)
Fernando Haddad (Educação)
Alexandre Padilha (Saúde)
Luiza Bairros (Igualdade Racial)
Tereza Campelo (Desenvolvimento Social)
Luiz Sérgio (Secretaria de Relações Institucionais)
Iriny Lopes (Secretaria das Mulheres)
Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário)
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PMDB

Wagner Rossi (Agricultura)
Pedro Novais (Turismo)
Garibaldi Alves (Previdência)
Edison Lobão (Minas e Energia)
Moreira Franco (Secretaria de Assuntos Estratégicos)
Nelson Jobim (Defesa) – Cota pessoal
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PR

Alfredo Nascimento (Transportes)
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PDT

Carlos Lupi (Trabalho)
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PP

Mário Negromonte (Cidades)
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PC do B

Orlando Silva (Esporte)
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PSB

Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional)
Leônidas Cristiano (Portos)
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Sem filiação partidária

Alexandre Tombini (Banco Central)
Helena Chagas (Comunicação Social)
Antonio Patriota (Relações Exteriores)
Izabella Teixeira (Meio Ambiente)
Ana de Hollanda (Cultura)
Luís Inácio Lucena Adams (Advocacia-Geral da União)
Jorge Hage (Controladoria-Geral da União)
José Elito Carvalho Siqueira (Gabinete da Segurança Institucional)

São eles que vão pensar e discutir, junto com o Congresso Nacional, Governadores e outras esferas do governo, todos os nossos problemas e mazelas (ao menos) pelos próximos quatro anos

Nota: Eu já disse que o termo presidência vem do latim praesidens, que por sua vez é particípio presente de praesideo, que é a mesma origem da palavra presídio?
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a charge é de Bira Dantas (G1), e a lista de nomes eu tirei daqui

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3 comentários sobre “De presidentas à elefantas e a composição do novo governo”

  1. Eudaskalo disse:

    Será que Dilma Medvedeff vai manter sempre aquele sotaque forçado de vendedora de feira durante todo o mandato?

  2. Fabíola disse:

    E a gente achando ruim que o Lula sempre precisava de intérprete porque não falava nem sequer inglês ou espanhol. Nem português o homem fala direito. E agora me vem essa mulher que, como disseram, anda com o charme de um trator agrícola, também precisa de intérprete pro inglês e gagueja horrores ao falar em público. Uma marionete na qual o Lula vai enfiar a mão (sem conotação é claro!) e apresentar seu showzinho mambembe por mais 4 anos. Vergonha!

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