Quando a gente decide partir para o mercado de trabalho, nem sempre sabemos o que vamos encontrar, desde ambientes não propícios ou mesmo pessoas que vão tentar puxar nosso tapete a qualquer custo. Isso é inevitável dentro daquele conceito expresso, de que este mundo funciona com regras e premissas próprias.
Complementando esta ideia, invariavelmente estamos frente a frente com aquilo que mais nos desagrada e como é natural do ser humano, ou nos submetemos ou atacamos, como se fôssemos verdadeiros animais numa selva onde somente o mais forte sobrevive.
Não estamos questionando se este ou aquele ato é o mais correto, mas sim tomarmos por exemplo o caso dos leões. Vocês já perceberam que de todos os predadores naturais, ele é o único animal que encara sua presa frente a frente?

Todos os outros vão na surdina, esperam o momento certo, para depois dar o bote, e por sua vez, as vítimas nem sabem de onde veio a pancada.
Claro que temos que considerar o próprio instinto de sobrevivência, que dita as regras no reino animal em contrapartida com aquela “racionalidade” que é (ou deveria ser) nossa característica.
Um ponto importante nisso tudo é a lembrança de que nem sempre temos que ser amigos íntimos das pessoas para reconhecermos suas capacidades produtivas, e cabe aos gestores e líderes do negócio, reconhecer essas forças e dar o devido prêmio.