Fim de ano chegando (quantas vezes você leu essa frase esta semana?) e quase todo mundo fazendo planos para o que deseja de bom no ano seguinte, revendo o que conseguiu, etc.
Como nós temos uma relação grande com livros em geral, resolvi listar os livros que li este ano e os que ainda estou lendo.
Vamos à lista…
Sem comentários.
Essas coisas acontecem quando você está solteiro e depressivo, desculpem.
Uma verdadeira aula sobre como criar as condições necessárias para sairmos daquele círculo vicioso chamado “Corrida dos Ratos”. Sempre volto para consultar alguma dica e dei uma cópia para meu pai de aniversário.
Gozado como esse não é o melhor livro dele, e mesmo assim ter causado graves retaliações por parte da comunidade islâmica por desrespeito aos seus costumes e tradições. De qualquer forma, não é um livro destinado a contar essa história, mas de maneira subjetiva e romanceada, a experiência do autor e sobre sua frustração com o Islã.
Não há palavras para descrever o trabalho e a importância deste autor, considerado o maior de todos pelo contemporâneo Arthur C. Clarke (autor dentre outros, de 2001: Uma Odisseia no Espaço).
Nestes dois contos, o foco é apenas um, o fim de um ciclo. No primeiro, temos um embate ideológico sobre como reverter a entropia, ou seja, a certeza de que todas as grandezas do Universo estão em expansão e vão chegar a um nível onde essa energia será liberada, restando apenas o vazio.
Já no segundo, A Última Resposta, estamos frente à dúvida se a vida como um todo e a nossa existência teriam algum objetivo. Se há algum plano em torno disso, e algumas respostas que geram milhares de outras questões, surgindo assim o debate.
Excelente romance histórico que retrata o nascimento do unificador (e posteriormente Imperador) das tribos mongóis Gêngis Khan, desde sua infância, o abandono de sua família, e como sobreviveu para ser considerado um dos maiores estrategistas de guerra de todos os tempos.
Conn Iggulden também escreveu O Imperador, série de quatro livros sobre a infância e vida do cônsul romano Júlio César, que também recomendo!
Mesclando uma farta e detalhada pesquisa histórica e ficção, a autora do badalado “Entrevista com o Vampiro”, e das Crônicas Vampirescas, conta neste livro como teria sido a infância de Jesus Cristo.
Ousadamente narrada em primeira pessoa, na voz do próprio filho de José e Maria, a obra mostra como aquele que se tornaria um dos maiores símbolos da fé católica, aos 7 anos, tomava aos poucos consciência de que era diferente das demais crianças e tentava entender por que isso acontecia. Um Cristo humanizado e próximo de nós que, pela construção de Rice, divide suas dúvidas, medos e descobertas com os leitores. Cristo Senhor é considerado o maior sucesso de Anne Rice desde Entrevista com o vampiro.
Minha primeira publicação de caráter comercial, e por isso sou suspeito de fazer qualquer comentário.
Coleção de poesias escritas ao longo dos últimos anos, sobre fé, amor, solidão, e mais algumas coisas; e está à venda aqui mesmo, na página da loja.
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