O trabalho e o serviço #2


Semana passada, nós comentamos sobre algumas definições constantes neste universo[bb] e que todos que desejam, por que não, ficar ricos devem saber de trás para frente.

Hoje, falaremos basicamente sobre a relação entre medo[bb] e ambição[bb].

cabo de guerra

Pensem comigo, por que nós trabalhamos?

  • para poderemos ter o que comer?
  • para comprarmos coisas?
  • para mostrarmos para as outras pessoas o quanto somos importantes por termos algo?

enfim, trabalhamos em troca de algum tipo de compensação, geralmente o salário[bb].

Ou seja, salário pode ser qualquer coisa recebida em troca de algo e que atende em parte, nossas necessidades e nossas vontades, sejam elas quais forem.

Pois bem, e se seu patrão chegasse neste instante e te abrisse a chance de negociar esse valor, sem limites tanto para mais alto, como para mais baixo, o que você responderia?

Deve ter pensado em valores significativamente maiores aos seus atuais, correto?

Como seria bom, com esse valor a mais, podermos comprar aquela bicicleta[bb] nova, ou eletrônico super moderno que acabou de chegar às lojas…

Isso acontece porque a maioria das pessoas tem um “preço” (entre aspas, porque não remeto a um valor expresso, como se fôssemos um objeto, mas somente como um divisor entre aquilo que acreditamos merecer e aquilo que de fato recebemos), e esse “preço” causa:

  1. Medo por não termos o suficiente para cobrirmos nossas obrigações (quais forem) no final do mês, que por sua vez nos faz trabalhar mais e mais;
  2. Ambição que nos leva a pensar em todas as coisas maravilhosas que poderíamos comprar.

Esse é instinto básico que faz com que as pessoas entrem no ciclo: trabalhar, pagar contas, trabalhar, pagar contas…

E que todos nós devemos fazer, eu incluso, é sairmos desse círculo vicioso, primeiramente pensando com racionalidade a respeito de nossas emoções[bb], e em segundo momento, usando isso à nosso favor.

Como ser racional com nossas emoções

É perfeitamente normal buscarmos coisas melhores, mais bonitas ou mais divertidas, e trabalhamos em troca do dinheiro, porque acreditamos que ele é quem vai nos fornecer tudo isso, quando na verdade não traz nada.

Proponho um exercício mental simples. Pergunto o que vocês entendem quando afirmam que “fulano é rico”?

Ora, todos nós sabemos que riqueza é medida pela capacidade que nós temos em acessar os serviços básicos para manutenção do bem estar do ser humano, em outras palavras, riqueza[bb] é aquilo que supre nossas necessidades.

Dessa forma, se a minha necessidade é de comer uma vez ao dia, e dormir cerca de 7 ou 8 horas/noite, e tudo isso custe, simbolicamente, $ 400 dinheiros por mês, e meu salário for de exatos $ 400 dinheiros, todas as minhas necessidades não estão supridas? Então sou um cara rico.

Entendam essa definição, pois ela é de suma importância.

Caso eu ganhasse mais, teria então um excedente de riqueza, ou seja, a minha receita é maior do que meu gasto.

Ser racional nada mais é do que entender o que é esse excedente e de que maneiras eu posso mantê-lo ou ampliá-lo.

Em resumo, temos que ter domínio sobre o poder do dinheiro, e não termos medo dele. Se não aprendermos isso, seremos somente escravos[bb] dele.

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Um comentário sobre “O trabalho e o serviço #2”

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