Acabei de ler um review feito pela Bia Kunze, a Garota sem Fio (se você gosta de tecnologia e não a conhece, faça o favor de conhecer, e logo!) e caiu a ficha de que sua base de trabalho principal fica em Curitiba.
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Por isso estamos colocando em prática um projeto antigo onde falaríamos dos principais fatores de sucesso das cidades, no que se refere ao conjunto da obra.
E como Curitiba é referência mundial no quesito cidade, infraestrutura urbana, e qualidade de vida, nada mais justo iniciarmos com ela. Por isso vamos tentar levantar o que aconteceu, ou mesmo o que foi feito para tornar a capital paranaense a primeira do Brasil, segundo a segundo a revista norte-americana Reader’s Digest. Leia mais [+]
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Quando o Ministério da Saúde, a partir de lei aprovada na Câmara Federal, lá no longínquo ano de 1991 (muita gente que lê o site nem era nascida inclusive), o intuito era, de maneira simples, quebrar o monopólio que o fabricante tinha, a partir dos royalties de sua marca.
Então qualquer laboratório considerado decente poderia fabricar (e vender) fórmulas de remédios, por um preço menor, mas mantendo a mesma qualidade do original.
Acontece que depois de 19 anos, percebemos que essa fórmula mágica não funciona mais, já que segundo o Procon-SP, os preços de medicamentos genéricos variam até 295,92%.
Como assim, Bial?
A Dipirona Sódica, 500 mg/ml em gotas, que todo mundo conhece por Novalgina (disse novalgina e não navagina), e também seus irmãos gêmeos: Neosaldina, Buscopan, Benegrip, Lisador e vários outros foi encontrado nas farmácias da cidade com preços variando entre R$ 0,98 a R$ 3,88.
Veja bem, o mesmo remédio do mesmo fabricante, custa mais que uma passagem de ônibus, ou o tradicional pingado com pão na chapa da padaria do seu Manel.
Como os medicamentos em geral, dentro do marketing, são produtos do tipo não-procurados, a gente só se lembra deles quando é inevitável, e coincidentemente, os preços são maiores no em torno de hospitais e postos de saúde.
Segundo o Procon, os motivos desse abuso são vários, desde políticas de fidelização de clientes, sistema de franquias, e preencha-sua-desculpa-aqui.
A Anvisa, nossa super agência nacional de vigilância sanitária, que é como a Deep Space Nine da série Star Trek
, mantém uma lista com os preços máximos que esses produtos devem ser vendidos. Sim, tabela de preços máximos. (não, eles não merecem ser linkados)
Ou seja, ao invés de estudarmos uma forma de manter os preços de acordo com a realidade, entenda, baixos, o governo se preocupa em desnatá-los pelo topo.
Pense bem, se você fosse um farmacêutico, de posse de uma tabela dessas. Você venderia seu produto por um preço diferente do que o mais caro?
Nota: tanto o maior preço, como o menor foram encontrados no mesmo bairro, como pode ser visto na pesquisa completa.
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Fonte
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Não sei se alguém pensou nisso, mas se nossos senadores passarem a usar togas, ao invés de paletó e gravata, tirando o fato de que ficariam lindos, não mudaria em nada na forma de representação que eles criaram para si.
Tal qual o Senado Romano, que detinha o poder sobre as esferas públicas, consulado e magistratura republicanos, nossos representantes eleitos têm se portado como se fossem os monarcas do reino, e todo mundo sabe, ei-ei-ei, Lula é o nosso rei, NOT!
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Nessa salada toda, em que nós somos os culpados, eles fingem que trabalham, enquanto não dão a mínima para os estados a qual representam, e em troca, nós pagamos a conta, mesmo que sejam 150 mil tampas de garrafa, a R$ 125 reais cada uma. Tanto faz.
Onde fica a Separação de Poderes? Hoje mesmo o senhor Pedro Gordilho, advogado do candidato ao governo do Distrito Federal que com base na lei eleitoral eu não posso falar o nome, anunciou que vai até o Supremo Tribunal Federal (STF), contra a impugnação da candidatura de seu cliente com base na Lei da Ficha Limpa, alegando que “todo mundo sabe que decisão em primeira instância não resolve nada, e que só lá [no Supremo] é que as coisas são resolvidas de fato”.
Deixando a política de lado, os direitos constitucionais dos brasileiros sofreu mais um abuso, agora com a possível aprovação do Projeto de Lei da Câmara nº 31 de 2007, de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) que altera a forma como a paternidade deverá ser feita.
Se aprovada, a lei passará a entender que é pai “de maneira presumida” o réu que se recusar a fazer exame de DNA.
Significa que não temos mais o princípio da inocência em nossa base legal, aquele que afirma ser inocente até que seja provado o inverso. A partir de hoje, temos o princípio de que o fulano é “culpado sempre, e por isso será posto na cova dos leões e ser apedrejado pela opinião pública”.
Para ficar melhor, só se essa lei fosse escrita em latim…
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