“Nunca antes na história desse país…” Não, essa frase não posso usar, já tem dono.
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Enfim, o volume de informações digitais gerados nesse ano, segundo o iconográfico da wikibon, pode chegar à alarmante soma de 1.2 zettabytes! Ou como eles mostraram na imagem, 75 bilhões de iPads de 16 GB totalmente carregados de coisas.
Para se ter noção de quanto representa esse volume, imagine pegar todos esses iPads e colocá-los um sobre o outro, teríamos uma torre com 545 quilômetros.
Vamos exemplificar, relembrando a primeira aula de processamento de dados do curso técnico:
8 bits = 1 byte
1 kilobyte (kB = 1.024 bytes)
1 megabyte (MB = 1.048.576 bytes)
1 gigabyte (GB = 1.073.741.824 bytes)
1 terabyte (TB = 1.099.511.627.776 bytes)
1 petabyte (PB = 1.125.899.906.842.620 bytes)
1 exabyte (EB = 1.125.899.906.842.620 bytes)
1 zettabyte (ZB = 1.152.921.504.606.850.000 bytes)
Ou se preferir, você pode falar “hum quintilhão, cento e cinquenta e dois quatrilhões, novecentos e vinte e um trilhões, quinhentos e quatro bilhões, seiscentos e seis milhões e oitocentos e cinquenta mil bytes”.
E como o número da conta deverá ser de 1,2 ZB, faça as contas…
OBS: depois do zetta, ainda tem o yotta, e depois é o fim da humanidade…
Olá. Eu sou o João Santana, biblioteconomista prático, entusiasta do Ubuntu Linux, e agora colunista do Vivendocidade.com.
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Já há algum tempo recebi do Carlos Filho o convite para escrever esta coluna, falar dessa interação homem-máquina-sociedade. De fato, foi por meio dessa interação que conheci o Carlos, através de uma micronação baseada na Internet na qual comungávamos de algumas ideias semelhantes. Alguns gostos também semelhantes nos fizeram travar contato fora desse ambiente micronacional, através do MSN Messenger, Twitter, Facebook, Orkut. Hoje posso dizer que, distantes mais de 3 mil km, temos uma amizade muito próxima. Leia mais [+]
Depois de 20 anos andando para lá e para cá no Congresso Nacional, a Lei do Lixo (ou dos Resíduos Sólidos se preferir) finalmente sai do papel. Em resumo, ela prevê que todo nosso lixo produzido seja destinado aos lugares certos, que dentro de alguns anos, vão estar melhor preparados para recebimento e tratamento para as quase 230 toneladas que são coletadas diariamente no Brasil.
O interessante é que para algumas pessoas, a lei só ratificou um costume que deveria ser adotado por todos, que é a prática de separação do lixo, envio para os centros de reciclagem, promovendo a melhoria do meio ambiente urbano, a inclusão social e o consumo consciente, bases para o desenvolvimento sustentável.
Afinal de contas, quando falamos em meio ambiente, sobretudo em ecologia, a imagem que temos é a da floresta amazônica. Ou no máximo, o que sobrou da mata atlântica. Só que há muito tempo as pessoas não moram no interior. Na verdade, faltam apenas cinco anos para que a migração para as cidades seja completa, com parcela esmagadora da população brasileira vivendo em cidades (mais de 90% da população absoluta).
Por isso, os caras do Instituto Triângulo desde 2004 têm a missão de difundir e promover a sustentabilidade nas cidades, por meio de campanhas de Mobilização Ecológica Urbana. Eles são legais, e não precisaram esperar todo esse tempo por uma lei sancionada pelo presidente.
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Você sabia que o óleo de cozinha que você consome, quando vai para o esgoto, além de corroer todo seu encanamento, se transforma em um gás super fedido chamado metano?
Esse gás faz parte da quadrilha de caras maus que querem destruir o planeta, e teria sucesso se não fossem as iniciativas de coleta de óleo usado pelo instituto, que também recebe pilhas, baterias, roupas e calçados.
Reciclagem é a ordem, e é vergonhoso para nós que sejamos os campeões de reutilização das latas de alumínio, pois mostra que se bebe muito no Brasil, e que muita coisa, em várias etapas do processo, são jogadas fora.
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Mas como atitude muda tudo, desde julho deste ano, a Triângulo edita e distribui a revista Vivamundo que leva até sua casa, dicas e informações sobre como fazer a sua parte, mas fazer de verdade e não como se faz por aí, esperando algo em troca ou mesmo em época de eleição.
Basta preencher o formulário de assinatura e escolher por quanto tempo deseja receber a revista, de 6 meses ou 1 ano. E como o leitor do Vivendocidade é uma pessoa esperta, claro que vamos todos participar, não é?
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Conheça mais o trabalho da ONG, descubra o que é sustentabilidade na prática, clicando aqui.
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