Depois de mais de um ano de participarmos do lançamento do protótipo do Pedalusp, aqui mesmo no Vivendocidade (Leia aqui), experimentamos o sistema.
Depois de ficar instalado na Escola Politécnica, o Pedalusp agora está no Portão Principal da USP, no Centro de Visitantes, e na Estação Butantã do Metrô.

Hoje aproveitei várias situações que tornaram possíveis a utilização do sistema. Carro no mecânico e necessidade de estar no centro da cidade, de forma rápida e sem estresse. Quem mora em São Paulo deve saber o quanto é difícil chegar ao centro da cidade e arrumar um lugar para estacionar.
Ou melhor, “Ĉu ni devas paroli Esperante?”
Quando a gente pensa em termos mundiais, somos mais de 6 bilhões de pessoas que a todo momento precisam se comunicar, essencialmente conversando entre si, e para isso, utilizamos nossas bases e conhecimento nos mais diversos idiomas, que podem se resumir em pouco mais de 6 mil.
Isso dá, na média, um milhão de pessoas fechadas em círculos únicos incapazes de conhecer o grupo do vizinho, seja no sentido histórico, cultural ou qualquer outro. Claro que se pensarmos nos países que tem o mesmo idioma como oficial, essa conta não é tão exata assim.
Esse problema já foi estudado por muita gente ao longo da história, seja academicamente, com a criação de idiomas “universais”, como o Volapuque do padre alemão Johann Martin Schleyer, ou mesmo de forma impositiva, como o hebreu, grego, latim e atualmente o inglês.
Segundo a pesquisadora Patricia Ryan, o foco neste idioma está impedindo que surjam outras ideias em outros idiomas, e por isso, é possível que em poucos anos, a humanidade entre em uma profunda baixa intelectual.
Quem não se lembra dos avanços no campo da matemática e ciências vieram da ocupação muçulmana na Europa na Idade Média?
No artigo passado, vimos o que o francês Émile Durkheim pensa sobre religião. Hoje vamos complementar esse pensamento com as ideias religiosas de Max Weber.
No texto “Sociologia da religião (Tipos de relações comunitárias religiosas)” Max Weber discorre sobre o fenômeno denominado autonomização da esfera religiosa.

Uma importante contribuição de Weber está no desenvolvimento dos conceitos de estamentos, classes e religião, destacando entre outros pontos o condicionamento da religiosidade de salvação pela classe e pelo estamento.