#DiaMundialSemCarro


Enquanto isso, numa rua qualquer da cidade…

 

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Legal, não é?


Discurso da presidente na abertura da Assembleia-Geral da ONU


Para quem acompanha as notícias internacionais, hoje foi o dia em que a presidente do Brasil discursou na abertura da Assembleia Geral da ONU.

Pode parecer algo simples, falar em uma reunião, mas para o Brasil esse ato simbólico consolida ainda mais a posição que temos dentro de uma estratégia global de parcerias entre os países, seja de cooperação, ou mesmo – como se espera cá no sul da América – uma posição de influência.

 

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Outro ponto importante, se não bastasse o exposto acima, é o fator de gênero, já que nossa sociedade vem de eras de dominação masculina, e ter uma mulher em posição de destaque é algo relativamente recente em nossa história.

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Cavalgada das Valquírias das redes sociais


Com computadores e a tecnologia em geral evoluída a níveis interplanetários, desde alguns anos as pessoas são capazes de encontrar tudo o que precisam à distância de alguns cliques do mouse. Eu mesmo faço minhas buscas sobre a situação do trânsito antes de sair de um lugar para outro, ou mesmo encaixar os horários dos filmes, para ver na sequência.

Essas facilidades todas desenvolveram o gene mutante da individualidade, onde não sabemos mais conversar com alguém, senão formos intermediados por uma rede de telas e o sindicato dos derpinos forever alones teve a brilhante ideia de oferecer serviços, qualquer um, dentro de um conceito de rede de usuários.

E foram criadas as redes sociais.

 

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E em seguida, como não poderia deixar de ser, a massiva diversificação dessa mídia, capaz de termos (não sei se existem, mas é possível que sim) redes para controlar quantas vezes bebemos água no dia, quais livros estamos lendo, os lugares que frequentamos, as pessoas com quem temos casos extraconjugais e tantas outras.

Os tipos são tantos, que existe rede social para controlar quais redes sociais participamos!

Parte dessa situação pode ser explicada pelos próprios equipamentos que usamos, ou melhor, a convergência entre todos eles em algo relativamente portátil e de fácil uso, potencializado pela estratégia comercial das operadoras, que enfatizam certos recursos, como capacidade de filmagem e fotografias, acesso à internet, e outros.

Algum amigo postou outro dia via twitter que “celular com acesso às redes sociais” é o velho “celular com toques polifônicos”, e se pararmos para pensar, de fato é.

Na psico-filosofia, temos o conceito de “esse est percipi” (ser é ser percebido), proposto por George Berkeley em 1710.

Esse conceito, se aplicado às mídias nos faz perceber que somos por natureza veículos de comunicação, onde a moda é produzir bons pensamentos, ao mesmo tempo em que se ninguém te percebe, você também não é.

Isso explica a máxima do século XXI, e que nós produtores de conteúdo adotamos como Santo Graal, que é “tudo pode ser vendido, tudo pode ser objeto de publicidade”.

Redes sociais são, portanto, a porta de entrada para a percepção da pessoa no mundo em que ela pertence. Infelizmente.