Olhando o histórico do nosso formulário de contato (sim, eu sei que deveria olhar todo dia, mas não olho. Conviva com isso) recebi um recado não assinado onde a autora nos elogia e em especial à minha pessoa.
Segue o texto original, e conforme solicitado, respondido publicamente no site:

“Só gostaria de dizer aqui que vocês estão de parabéns pelo site e que eu acho super interessante e informativo. Gosto muito de todas as publicações, mas principalmente as do Carlos. Acho ele um rapaz coerente e muito inteligente nas suas colocações. Meus parabéns, rapaz!! =) Você é realmente brilhante!
Deixo um beijo e um forte abraço à todos, mas especialmente ao Carlos. Dizendo também que sou sua fã número 01.”
Enviado em 29/novembro/2011 às 01:29:12
Tirando o fato de eu ser lindo e — tá, parei! Mas seria muito importante que você apareça. Obrigado pelos comentários e tenha certeza que nosso trabalho é muito recompensado com gestos simples, tal qual o seu.
Nota: Quer casar comigo? Brincadeira!!!
Nota 2: Se você quiser escrever para nós, o formulário é esse, ou por email, por em alguma rede social por aí.
ou “Agora querem intervir no cotidiano da casa”
Pensando nas coisas que acontecem no dia-a-dia de uma família nos deparamos com a recente Lei da Palmada (Projeto de Lei 7672/10) aprovada em Comissão Especial da Câmara em 14 de dezembro do ano passado. Polêmica na certa, essa lei afetará o cotidiano da casa. Fica uma questão: como analisá-la à luz da Sociologia? Pensei logo de cara na Sociologia da Vida Cotidiana, tão difundida pelo filósofo marxista e sociólogo francês Henri Lefebvre (1901-1991). Comentarei, então, essa lei e assim retomarei, nesse desabrochar de 2012, minha contribuição periódica ao site “Vivendocidade”.

Esse ramo da Sociologia trata da possibilidade de investigação e de analisa o discurso a respeito do cotidiano visto como uma manifestação do real e da realidade da vida. Tal possibilidade é vista por ela de diversos ângulos e as relações de família estão, com certeza, englobadas neles. Nessas relações tem um papel central o poder dos pais em intervir na educação dos filhos pequenos, usando vários métodos, entre eles a palmada. Desde antanho ela é empregada no sentido corretivo, mais contemporaneamente vem perdendo espaço para uma educação mais liberal, que procura privilegiar o diálogo na repreensão dos deslizes da criança. A novidade é que agora o legislador resolveu agir, embalado por uma ação do Poder Executivo. E, mais uma vez, para criar uma lei que, como tantas, não vai ser respeitada e nem adotada na prática. Além do mais surge uma questão importante: como fiscalizar? Pensemos…
Ana Maria Saad usa o seu bom humor para falar sério sobre a necessidade de esclarecer a sociedade sobre os transtornos de humor, a campanha “Nós Somos a Favor”, e suas motivações para criar o Instituto Pensamentos Filmados.