Todo ser humano, quando se torna consciente de si e do mundo em sua volta, necessariamente vai questionar o status quo e de alguma forma, tentar incluir suas próprias opiniões no círculo das coisas e assim caminha o mundo. Geralmente isso acontece quando as estrelas se alinham e o gene x começa a produzir hormônios em nossas crianças, também conhecido como puberdade.

Quando a expectativa de vida beirava os 50 anos, para fazerem alguma diferença, os novos adultos tinham que fazer parte de algum sindicato, sair às ruas e fazer passeatas, gritar palavras de ordem contra o governo e a polícia, etc. Pergunte aos seus pais, que certamente possuem boas histórias dessa época.
Ocorre que em nossas cidades, as pessoas não possuem esse “incômodo” tatuado em suas cabeças, e como não tivemos muitos altos e baixos depois da nova república (e posterior estabilização econômica), temos uma geração de imberbes onde a única mudança que vão proporcionar em suas vidas será motivada se aquele jogo do Facebook ficar fora do ar.

Faz tempo que não falamos de inteligência emocional, não é mesmo?
Dessa vez vamos falar um pouco sobre os introvertidos, já que (pasme) muitas lendas são envoltas em torno desse pessoal, que adora festa estranha com gente esquisita:
Isso não é verdade. Introvertidos simplesmente não falam a não ser que realmente tenham algo a dizer. Odeiam conversa fiada. Se você achar algum assunto que um introvertido se interesse, tenha certeza que ele pode falar por dias.
Timidez não tem nada a ver com introversão. E introvertidos não têm, necessariamente, medo das pessoas. O que eles precisam é de uma razão para interagir. Se você quiser conversar com um introvertido, basta começar a falar.
Introvertidos, muitas vezes, não veem uma razão para rodeios e gentilezas sociais. Eles querem apenas ser reais e honestos. Infelizmente, isso não é aceitável na maioria dos ambientes, e essa pressão para se ajustar pode ser cansativa.
Pelo contrário! Introvertido não muito valor às amizades que têm. Se você tiver um amigo introvertido que o considera um amigo, tenha certeza que será um aliado para toda vida. Uma vez que ganhou seu respeito, está dentro.
Nonsense. Introvertidos simplesmente não gostam de estar em público todo o tempo e evitam as complicações envolvidas nessas situações. Como estão sempre coletando dados, precisam de um tempo para processar tudo. Na verdade, essa recarga é crucial para os introvertidos.
Introvertidos são perfeitamente confortáveis com seus pensamentos. Pensam muito. Devaneiam. Gostam de quebra-cabeças para resolver e de desafio. Mas é óbvio que se não tiverem com quem compartilhar suas descobertas, podem se tornar muito solitários. Eles anseiam uma conexão autêntica e sincera com uma pessoa de cada vez.
Introvertidos são, na maioria das vezes, individualistas. Eles não seguem a multidão e preferem ser valorizados pela forma como levam suas vidas. Pensam por si mesmos e geralmente desafiam as regras. Não tomam decisões baseadas naquilo que é popular.
Introvertidos são pessoas que, primeiramente, olham para dentro, prestando atenção aos seus pensamentos e emoções. Não que não prestem atenção ao que acontece ao seu redor, mas só que seu interior é, muitas vezes, mais estimulante e gratificante.
Introvertidos normalmente relaxam em casa ou em contato com a natureza, e não em locais públicos e movimentados. Introvertidos não são candidatos à emoção e ao vício em adrenalina. Se houver muita conversa e barulho acontecendo, eles se fecham. Seus cérebros são muito sensíveis à dopamina. Basicamente, introvertidos e extrovertidos possuem neurovias dominantes diferentes. Basta saber qual.
Óbvio que não podem se consertar e merecem o respeito por seu temperamento natural e contribuições dentro da sociedade humana. De fato, estudos mostram que o QI (quociente de intelectualidade) é maior entre os introvertidos.
TOMA ESSA!!!! MEU QI É 150 mentira, PORRA!!!!! :-O
Quem nunca checou o peso na vida?
Não, não fiquem com medo, pois não se trata do peso corporal humano, mas, de local em Belém do Pará.
Ver-o-Peso é um local que existe desde a época do período colonial. Os moradores de Belém dirigiam-se à área do Igaparé do Pirí para fazer aferição dos produtos que adquiriam. As pessoas iam neste local para o peso dos produtos cobrados para não serem enganados por algum espertalhão. Alias isso não existe no Brasil (sic).
A coisa funcionava mais ou menos assim: uma balança e um funcionário público garantiam a licitude da transação comercial. Desde então, o ato de conferir o peso tornou-se mais substantivo que o objetivo da aferição. E, a língua popular batizou o local. “A onde Vais?” “Ao Ver-o-Peso” era a resposta.