Em algum lugar no passado, nos confins deste site, escrevi que para entrar no mundo dos negócios, antes é preciso estudar e conhecer suas regras, que o mesmo nem sempre segue o mesmo tempo do mundo dos mortais.
Se pensarmos bem, considerando que nos dias de hoje informação é ao mesmo tempo, tudo e nada, porque então as pessoas teimam em pensar as coisas sem a devida informação?
Vamos tentar entender esse quadro…
O Vivendocidade desembarca hoje na Pedra Grande, que eu nem sabia que existia e só a encontrei quando em uma tentativa de participar da Festa do Morango em Atibaia (de péssima organização), acabei desistindo e rodando pela cidade, quando avistei uma placa indicando o morro.
Perguntando para algumas pessoas descobri que apesar de ingreme, a subida pode ser feita por carros de passeio, mas cá entre nós, é melhor você ter um carro mais forte para subir até lá sem sofrer muito.
A vista é magnífica e todo esforço feito pelo seu carro será recompensado. E você também encontrará algumas pessoas mais loucas que você que usam o local para voar de asa delta e de uma outra maquineta que eu não sei o nome.
Quando você for, tome cuidado na subida porque a estrada é de chão e existem muitas pedras pelo caminho. Não são cascalhos, são rochas de verdade que podem danificar a longarina do seu carro e fazer com que você volte com o freio danificado.
Para chegar na Pedra Grande, que fica no município de Atibaia, você que sai de São Paulo, siga pela Rodovia Fernãos Dias (BR-381) até a Rodovia Pedro I (SP-065). A entrada fica às margens da rodovia, sentido Jacareí.
Veja a Pedra Grande através do GoogleMaps
Atualmente as famílias têm dito pouco tempo para educar os seus rebentos. Diferentemente das décadas passadas, as mães também assumiram a dupla jornada de cuidar do lar e ao mesmo tempo trabalhar fora para ajudar no orçamento mensal. É ruim? Claro que não, pois as mulheres vêm cumprindo muito bem a tarefa no campo profissional.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), realizou um estudo sobre essa questão e abordou que a proporção de famílias chefiadas por mulheres passou de 24,9%, em 1997, para 33%, em 2007, o que representa um total de 19,5 milhões de famílias brasileiras que identificam a mulher como principal responsável.

A pesquisa revelou também que as famílias formadas por casais com filhos e chefiadas por mulheres também representaram um “fenômeno em ascensão”. Entre 1997 e 2007, os números passaram de 600 mil para quase 3,3 milhões. Em 1997, entre as famílias formadas por casais com filhos, apenas 2,4% eram chefiadas por mulheres. Em 2007, a proporção subiu para 11,2%. (Agência Brasil, 07/10/2008)
Mas, convenhamos que o trabalho doméstico recaia pesadamente sobre a mulher, não é novidade.