Gerenciar projetos com eficiência, nos dias de hoje, é requisito mínimo para qualquer profissional que quer se destacar no mercado de trabalho, realizar seus objetivos e alcançar melhores colocações dentro da hierarquia da empresa.
Entretanto, essa prática não é exclusiva para o mundo corporativo, sendo importante em qualquer relação onde seja necessária a utilização de recursos, pessoas e suprimentos, como fazer um projeto de mestrado, cuidar de uma casa, comprar (e pagar) um carro, etc.
Neste artigo, procuramos mostrar um pouco da experiência no gerenciamento de projetos que conseguimos ao longo dos anos, não sendo, claro, um texto fechado e concluído.
É importante que seja constantemente revisto e complementado, com maior ou menor destaque ao nosso interesse em determinados momentos, tendências ou tecnologias.
Também sabemos que um gerente de projetos efetivo não é aquele que tem as virtudes de Benjamin Franklin, ou ter uma postura correta no sentar e levantar da sua mesa e se baseia somente – destaque para o somente – nesses princípios.
Fatores como inspiração, criatividade e sobretudo sorte podem e devem fazer parte do nosso dia a dia.
Conheça as equipes/pessoas que de alguma forma contribuem para o projeto, pois é com elas que os detalhes do dia a dia estão, e devido à isso, seu conhecimento sobre o assunto sempre será maior que o seu, mas lembre-se que a função delas é de contribuintes no processo, cabendo a você gerente saber o que se passa de fato.
Estabeleça reuniões periódicas para verificação dos resultados alcançados e sua concordância com o projeto. Verifique se os recursos que imaginou usar ainda são os mesmos e se estão à disposição para uso.
Faça um cadastro diário em níveis de grandeza dos seus gastos, e dê publicidade somente ao que já tiver sido efetivado. As equipes associadas em geral tendem a ter gastos maiores se tiverem conhecimento do tamanho da margem de contribuição do projeto.
Lembrando que Margem de Contribuição é, em poucas palavras, o dinheiro que sobra após terem sido retirados todos os custos variáveis, e por isso, garante o pagamento do custo fixo e ainda gera lucro.
Algo que acontece muito no nosso dia a dia como gerente é perceber que todos os bens de capital – equipamentos, máquinas, materiais bibliográficos, etc – sempre ficam em segundo plano nas atenções do executor do projeto, uma vez que em geral, são itens auxiliares no dia a dia do projeto. Portanto, caso você tenha a guarda de um bem desse tipo, cuide para que ele não desapareça da sua frente, principalmente os itens pequenos.
Vamos supor que você tenha recebido os recursos de algum patrocinador, órgão público, ou mesmo seu pai, porque ele é legal contigo.
Mesmo que você vá até a loja e negocie, o bem não é seu, ao menos até que o dono dos recursos decida fazer isso. No máximo, você tem a guarda e a posse dos itens.
É importante também que o gerente utilize todas as ferramentas que existem para gestão, como softwares cada vez mais modernos, que relacionam texto e multimídia e tudo o mais, mas também é essencial que também saiba apontar o trabalho utilizando apenas um lápis e papel.
O PMBOK, sigla em inglês para Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos nos ensina que existem cinco grupos de ação a qual devemos dar atenção:
Iniciação – Planejamento – Execução – Monitoramento e controle – Encerramento
Entretanto, ele não relaciona o item que talvez seja o mais importante, que é a sorte.
Sorte, em gerenciamento de projetos não significa a ação do acaso nas atividades desenvolvidas, mas a “conduta gerada por um comportamento continuado e insistente, marcante ou não”, e suas consequências.
Algumas pessoas, sabiamente chamam de “método científico”, ou mesmo “tentativa e erro”
Assim, a sorte é uma hipótese de didática, e também uma possibilidade comportamental relacionada ao sucesso.
Por fim, o gerente de projetos nada mais é do que um agente realizador de processos, uma série de ações que geram um resultado.
Se suas ações estiverem no mesmo caminho daquilo que previu no planejamento, se o trabalho estiver voltado para a produtividade e bem-estar das pessoas que utilizam ou se beneficiam com as informações geradas por elas…
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