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Textos com Etiquetas ‘alfabetização’

O trabalho e o serviço #6

Depois de alguns dias, mais um capítulo sobre dicas de educação financeira.

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Se me lembro bem, nós terminamos a lição passada com uma tarefa. Vocês conseguiram? Bom, espero que sim…

Para quem não fez, segue a resposta: Leia mais…

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O trabalho e o serviço #5

Mais um artigo da série sobre educação financeira para vocês! Dessa vez tem surpresa no final! Eba!!

O trabalho e o serviço #5

Se esta é a primeira vez que chega por aqui, não se sinta envergonhado. Já falamos sobre como fazer um fluxo de caixa, sobre a relação entre medo e ambição, como fazer bons negócios, e até mesmo se os números do seu cartão de crédito estão corretos.

Hoje vamos começar a tratar de um assunto que todo mundo fala, mas que poucos sabem o que é: Débito e Crédito.

Então meus amigos, papel e caneta em mãos (uma calculadora é boa também, mas só para vermos os exemplos) e mãos à obra! Leia mais…

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O trabalho e o serviço #3

Seguindo nossas dicas sobre como sair da “Corrida dos Ratos[bb]“, desta vez apresentamos uma ideia simples, sobre como devemos estar atentos aos negócios em nossa volta.

Se você não viu os artigos anteriores, aproveite e veja aqui e aqui. Se já viu, veja de novo.

O trabalho e o serviço #3

Certa vez um velho escritor publicou um livro, chamado “El Fabricante de Lluvia”, com poucas páginas, estória simples de velho oeste. Nas[bb] idas e vindas dos personagens, um deles se desfaz dos únicos cavalos[bb] que possuíam vendendo-os para uns índios de uma tribo qualquer.

Seu parceiro, espantado pela hipótese de ter que caminhar quilômetros a fundo no deserto, o questiona e recebe a seguinte resposta:

“Eu vendi os cavalos pois era um bom negócio”

Claro que a discussão se prolonga por algumas páginas, mas o que quero frisar é que em seguida, eles estão num vilarejo, e com o dinheiro da venda dos cavalos conseguem algumas panelas e hospedagem por uns dias.

É provável que ele não tinha ideia de como os acontecimentos deveriam se desenrolar para que concluísse da forma como foi, mas é certeza absoluta que seguiu seus instintos e deu um salto no vazio, acreditando no fato de que os cavalos vendidos naquele momento, seriam mais úteis a quem os comprou.

Dessa forma, aprendemos que não devemos nunca perder uma chance de realizar uma negócio, mesmo que talvez não tenhamos uma utilidade imediata para aquilo, pelo simples fato de que as oportunidades aparecem nos momentos mais inesperados, e quase sempre se mostram em várias possibilidades (portas).

Nos resta apenas seguir aquela que nos parecer melhor.

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Ensinar é aprender

Sala 117, por Thiago Fonseca

 

Sou de uma época que para fazer o ensino médio, ou como chamávamos, segundo grau, antes era preciso fazer uma avaliação, o famigerado vestibulinho, que tinha por objetivo dar acesso aos cursos técnicos profissionalizantes.

Leia mais…

O trabalho e o serviço #2

Semana passada, nós comentamos sobre algumas definições constantes neste universo[bb] e que todos que desejam, por que não, ficar ricos devem saber de trás para frente.

Hoje, falaremos basicamente sobre a relação entre medo[bb] e ambição[bb].

cabo de guerra

Pensem comigo, por que nós trabalhamos?

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