Seguindo nossas dicas sobre como sair da “Corrida dos Ratos
“, desta vez apresentamos uma ideia simples, sobre como devemos estar atentos aos negócios em nossa volta.
Se você não viu os artigos anteriores, aproveite e veja aqui e aqui. Se já viu, veja de novo.

Certa vez um velho escritor publicou um livro, chamado “El Fabricante de Lluvia”, com poucas páginas, estória simples de velho oeste. Nas
idas e vindas dos personagens, um deles se desfaz dos únicos cavalos
que possuíam vendendo-os para uns índios de uma tribo qualquer.
Seu parceiro, espantado pela hipótese de ter que caminhar quilômetros a fundo no deserto, o questiona e recebe a seguinte resposta:
“Eu vendi os cavalos pois era um bom negócio”
Claro que a discussão se prolonga por algumas páginas, mas o que quero frisar é que em seguida, eles estão num vilarejo, e com o dinheiro da venda dos cavalos conseguem algumas panelas e hospedagem por uns dias.
É provável que ele não tinha ideia de como os acontecimentos deveriam se desenrolar para que concluísse da forma como foi, mas é certeza absoluta que seguiu seus instintos e deu um salto no vazio, acreditando no fato de que os cavalos vendidos naquele momento, seriam mais úteis a quem os comprou.
Dessa forma, aprendemos que não devemos nunca perder uma chance de realizar uma negócio, mesmo que talvez não tenhamos uma utilidade imediata para aquilo, pelo simples fato de que as oportunidades aparecem nos momentos mais inesperados, e quase sempre se mostram em várias possibilidades (portas).
Nos resta apenas seguir aquela que nos parecer melhor.