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Criar designs minimalistas te torna um designer melhor?

Quando a internet se tornou popular, há mais ou menos 328 anos atrás, os sites eram assim:

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Basicamente, não pensávamos em montar sites que fossem úteis ou que atendessem a um objetivo definido, nos preocupando apenas em colocar o máximo de função no mesmo lugar, já que era difícil saber onde procurar as coisas.

Eu mesmo fiz alguns sites assim, com aquela musiquinha sem vergonha no fundo e dozenas de janelas piscando. Era a moda e eu seguia a tendência.

Só que com o passar dos anos, principalmente inspirados pelo lado negro – apple like – de ser, descobrimos que é possível unir função a design, e redescobrimos o fogo.

Tudo bem que essa afirmação é correta, mas como o menino Juquinha que espia sua vizinha no banho, passamos a pensar somente em beleza e simplicidade, esquecendo-nos muitas vezes da função, método e processo.

Nunca me esqueço das aulas de processamento de dados no falecido curso técnico, onde quando não estávamos programando em Clipper, o professor nos fazia repetir o mantra:

Sites têm que ter fundo branco e letras pretas. Se quer destacar algo, coloque em vermelho.

De qualquer forma, não tenho a pretensão de ser o próximo Jony Ive, verdadeiro gênio do Design Industrial, mas posso de alguma maneira tentar juntar os ingredientes para atingir as metas, mesmo que o resultado não seja, necessariamente, bonito.

Steve Jobs está morto, vida longa a Steve Jobs!

Nesse dia 5 de outubro fui pego de surpresa pela notícia espalhada pelos quatro cantos do Twitter sobre a morte de Steve Jobs. Foi uma perda para a tecnologia da informação, uma genialidade que demorará para ser encontrada em mesmo grau.

Jobs era, antes de tudo, um visionário. De uma placa de TV ele fez o primeiro computador pessoal, o Apple I. Lançou em seguida o Apple II, o primeiro sucesso comercial da Apple Inc. Em 1984 a Apple lançou o Macintosh, com direito a comercial no Super Bowl remetendo ao Grande Irmão do clássico livro 1984. A criatividade de Jobs fez surgir o Lisa, um computador com tudo o que atualmente equipa nossos PCs — mas vinte anos antes. Foi o primeiro grande baque, depois da topada do tablet Newton. Foi demitido da empresa que fundou, e depois voltou triunfante para reerguê-la das cinzas (morra de inveja, Jânio Quadros). Lançou o iMac, o iPod, o iTunes, a iTunes Music Store, o iPhone, o iPad, o iOS. Quantos mais iWhatever haviam naquela cabeça? Nunca saberemos.

 

Adeus-Steve-Jobs

 

O que sabemos é que Jobs nos deixou um legado duradouro, e não falo da Apple, do Mac OS ou dos outros produtos. Falo de sua visão sobre design, sobre beleza e de como isso deve ser usado para deleite do usuário. Se antes de sair ele criou um sistema operacional fácil e intuitivo, o Macintosh System, depois de sua volta ele criou um sistema operativo elegante, o Mac OS, que hoje serve de base para os aperfeiçoamentos do Ubuntu Linux. E não apenas um sistema operativo, mas todo uma gama de produtos tão integrados quanto os da Apple.

Jobs fará uma falta danada quando a Apple lançar seus novos produtos. Isto é certo. Mas, mais certo ainda é que seu espírito visionário ainda estará em cada um deles, e cada um deles trará em si um pouco de Steve Jobs.

Presidente da Apple só tem 6 semanas de vida

 

 

steve-jobs-evolução-moda

 

Dizem que na criação do mundo, Deus criou o homem, ele descobriu a palavra e inventou a conversa. A mulher descobriu a conversa e inventou a fofoca[bb], o homem e Deus não tiveram mais sossego…

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