Como habitantes do mundo, estamos à todo momento procurando e/ou aprendendo alguma coisa. Segue um iconográfico de como explorar com maestria:
A letra é minha
Lendo este artigo dos caras do UrbanTick sobre organização e distribuição da cidade, automaticamente vem à cabeça a formação de nossas próprias cidades, com seu crescimento desordenado e ocupação irresponsável das áreas públicas, falta de educação das pessoas, desrespeitos sobre desrespeitos e por aí vai…

Sim, este é um daqueles artigos sobre urbanização, um dos pilares fundamentais do Vivendocidade.
Como se fosse possível, o artigo brinca com a hipótese da cidade ser um gigante quebra cabeças, com seus quarteirões ocupando a função das peças, atualmente embaralhadas e sem lógica, ao passo que ao serem “montadas”, representariam um conceito intelectual de referência e ordem, singularidade e, finalmente, a verdade.
O assalto de ontem em uma joalheria do Shopping Morumbi, a mais nova moda no sindicado dos bandidos paulistas, depois dos condomínios de luxo, postos de gasolina e carros-fortes (desculpem, assalto em farol faz parte da coleção de crimes do verão passado!) nos leva a discutir, além da violência, questões sobre a utilização desse espaço público, e dos espaços em geral.
Já falamos desse assunto em outras oportunidades, e relembrando o assunto, definimos que com o passar dos anos perdemos a noção do que é público e o que é privado. E em por isso acabamos fazendo coisas relacionadas a um tipo, em outro ou mesmo o inverso.
Tá complicado né? Vamos explicar…
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