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Textos com Etiquetas ‘debate’

Criticar por criticar

8, fevereiro, 2010 Carlos Filho Sem comentários

As pessoas não estão preparadas para serem criticadas[bb], por mais construtivas ou educadas que sejam. Simplesmente não gostam de ter seu interior mostrado ao mundo como se fosse um prato, daqueles que todos utilizam.

Entretanto, qualquer que seja o conteúdo ou a forma da crítica, ela pode ser boa para nós, pelos simples motivos básicos:

Você pode estar errado

Pois é, mesmo que não concorde, mas você não é capaz de saber tudo sobre tudo. Ninguém é. Conversar, estudar, ler e escrever é nada mais que compartilhar. E muitas vezes até mesmo uma opinião que considere fraca, pode ter sua utilidade.

Críticas são sinal de preocupação

É como aquele ditado que prega que falem de mim, sendo bom ou não, desde que falem. Neste aspecto, podemos supor que a pessoa que se preocupou em comentar algo, questionar ou simplesmente afirmar que não concorda, na verdade quer levantar um ponto de vista que não foi visto originalmente, e que pode contribuir com o contexto geral. Pior seria uma situação apática.

Críticas negativas mostram seu respeito pelo interlocutor

Algumas pessoas simplesmente ignoram ou recusam opiniões contrárias às suas, o que é mal negócio. Uma vez que o pensamento só pode ser fortalecido se for a síntese de vários outros, de maneira a que os pontos fortes sobrevivam, contrapartida das deficiências, que vão ficando para trás.

Críticas criam debate

Nada melhor para a evolução do ser humano, do que o exercício do debate. Quando estamos em situação de ameaça[bb] (neste caso, intelectual), procuramos pontos e fatos que sustentem esta opinião, e somos bombardeados com os mesmos pontos e fatos contrários sobre o assunto. Dessa mistura é que nasce o tão procurado ‘caminho do meio’.

Em resumo

Uma crítica negativa (ou destrutiva) nada mais é do que uma crítica, que pode ou não ser levada em conta (espero que seja, considere essa opção), e mesmo que você se sinta completamente derrotado por aquele seu amigo ter te falado uma ou duas verdades, lembre-se de que ele te considera tão importante a ponto de de falar daquilo que te incomoda.

Lembre-se que na maioria das vezes, aquilo que é desconhecido é criticado. Procure fatos e argumentos, dê valor ao debate[bb] e à argumentação, e aprenda com isso.

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XIII Semana de Estudos de Religião

22, outubro, 2009 Marina Correa Sem comentários

Olá amigos, me chamo Marina Correa, e faço parte do time de autores e colaboradores do Vivendocidade.

detelhe do folder do evento

detalhe do folder do evento

Antes de falar deste evento, onde fui convidada para participar de um painel sobre a função/papel da mídia e publicações pentecostais, é legal escrever poucas palavras sobre minha pesquisa:

Sou mestre e doutoranda em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica e pesquisadora do fenômeno do protestantismo e pentecostalismo brasileiro.

Atualmente realizo pesquisas nas Igrejas Assembléias de Deus no Brasil, analisando a sua lógica ministerial nas Convenções Nacionais.

Também sou esposa, mãe, dona de casa e mulher multitarefa, assim como muitas outras por todos os cantos, principalmente nas cidades, que é nosso foco de visão neste projeto.

Sobre o evento, que comemorará os 100 anos do Pentecostalismo no Brasil, é organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo, com o apoio do Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Ciências da Religião.

A participação é aberta a professores, pesquisadores, estudantes e pessoas interessadas no tema.

Para se inscrever basta enviar as informações contidas na ficha de inscrição para posreligiao@metodista.br até o dia 08/11/09. Os certificados serão entregues no último dia do evento, apenas para os que tiverem 75% de presença na programação.

Mais informações, basta visitar o site do programa.

Atenção você que é EMO, este post é para você!

26, outubro, 2007 Carlos Filho 1 comentário

Ultimamente, em virtude do Emo Day, tenho recebido muitas visitas de amigos e simpatizantes desse grupo.

Sempre tive por premissa que cada pessoa pode (e deve) fazer ou ser o que lhe convier, uma vez que pelo menos em tese, vivemos em um Estado democrático.

Só que tudo o que recebi de argumento contra o post, que diga-se de passagem, foi uma sátira (1), foram apenas reclamações sem sentido ou nada que valha a pena sequer dar atenção. Tanto que aprovei todos os comentários sem fazer seleção alguma.

Para não falarem que sou um féladamãe insensível, você que é emo, ou simpatizante ou defensor árduo da causa, entre em contato comigo, no vivendocidade arroba gmail ponto com.

Escreva (em bom português por favor, e não na merda do miguxês) sobre o que o movimento é, o que procura, de onde surgiram, quais foram/são suas influências, e tudo o mais que julgar necessário para que componha um bom direito de resposta. E mais importante: se identifique, assuma os riscos de tal!

Pois é, se não entendeu ainda, mula, é esse a causa/objetivo deste post.

Seja inteligente, afinal de contas, esta é uma tentativa para que vocês sejam ouvidos. Quem sabe assim não saiam do gueto?

(1) Eu satirizo mesmo, e não é por diversão ou maldade. Assim como todos os movimentos auto intitulados, entenda aqui comunismo, anarquismo, todos os ismos, similares e afins, é importante que ao menos quem participa do grupo saiba o que se defende.

Quem se auto intitula EMO, a meu ver, e de muitos colegas do meio acadêmico (na qual faço parte), sequer entende a si mesmo.

Infelizmente, e posso dizer sem remorso algum, 123% dos emos que conheci/conversei/tentei/etc. não sabem nem falar (ou escrever) no mesmo idioma que eu.

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