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XIII Semana de Estudos de Religião


Olá amigos, me chamo Marina Correa, e faço parte do time de autores e colaboradores do Vivendocidade.

detelhe do folder do evento

detalhe do folder do evento

Antes de falar deste evento, onde fui convidada para participar de um painel sobre a função/papel da mídia e publicações pentecostais, é legal escrever poucas palavras sobre minha pesquisa:

Sou mestre e doutoranda em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica e pesquisadora do fenômeno do protestantismo e pentecostalismo brasileiro.

Atualmente realizo pesquisas nas Igrejas Assembléias de Deus no Brasil, analisando a sua lógica ministerial nas Convenções Nacionais.

Também sou esposa, mãe, dona de casa e mulher multitarefa, assim como muitas outras por todos os cantos, principalmente nas cidades, que é nosso foco de visão neste projeto.

Sobre o evento, que comemorará os 100 anos do Pentecostalismo no Brasil, é organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo, com o apoio do Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Ciências da Religião.

A participação é aberta a professores, pesquisadores, estudantes e pessoas interessadas no tema.

Para se inscrever basta enviar as informações contidas na ficha de inscrição para posreligiao@metodista.br até o dia 08/11/09. Os certificados serão entregues no último dia do evento, apenas para os que tiverem 75% de presença na programação.

Mais informações, basta visitar o site do programa.


Atenção você que é EMO, este post é para você!


Ultimamente, em virtude do Emo Day, tenho recebido muitas visitas de amigos e simpatizantes desse grupo.

Sempre tive por premissa que cada pessoa pode (e deve) fazer ou ser o que lhe convier, uma vez que pelo menos em tese, vivemos em um Estado democrático.

Só que tudo o que recebi de argumento contra o post, que diga-se de passagem, foi uma sátira (1), foram apenas reclamações sem sentido ou nada que valha a pena sequer dar atenção. Tanto que aprovei todos os comentários sem fazer seleção alguma.

Para não falarem que sou um féladamãe insensível, você que é emo, ou simpatizante ou defensor árduo da causa, entre em contato comigo, no vivendocidade arroba gmail ponto com.

Escreva (em bom português por favor, e não na merda do miguxês) sobre o que o movimento é, o que procura, de onde surgiram, quais foram/são suas influências, e tudo o mais que julgar necessário para que componha um bom direito de resposta. E mais importante: se identifique, assuma os riscos de tal!

Pois é, se não entendeu ainda, mula, é esse a causa/objetivo deste post.

Seja inteligente, afinal de contas, esta é uma tentativa para que vocês sejam ouvidos. Quem sabe assim não saiam do gueto?

(1) Eu satirizo mesmo, e não é por diversão ou maldade. Assim como todos os movimentos auto intitulados, entenda aqui comunismo, anarquismo, todos os ismos, similares e afins, é importante que ao menos quem participa do grupo saiba o que se defende.

Quem se auto intitula EMO, a meu ver, e de muitos colegas do meio acadêmico (na qual faço parte), sequer entende a si mesmo.

Infelizmente, e posso dizer sem remorso algum, 123% dos emos que conheci/conversei/tentei/etc. não sabem nem falar (ou escrever) no mesmo idioma que eu.


Usura não!


Este blog concorda e apóia a campanha do Treta, por uma internet mais justa e mais democrática.

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