Quando a internet se tornou popular, há mais ou menos 328 anos atrás, os sites eram assim:

Basicamente, não pensávamos em montar sites que fossem úteis ou que atendessem a um objetivo definido, nos preocupando apenas em colocar o máximo de função no mesmo lugar, já que era difícil saber onde procurar as coisas.
Eu mesmo fiz alguns sites assim, com aquela musiquinha sem vergonha no fundo e dozenas de janelas piscando. Era a moda e eu seguia a tendência.
Só que com o passar dos anos, principalmente inspirados pelo lado negro – apple like – de ser, descobrimos que é possível unir função a design, e redescobrimos o fogo.
Tudo bem que essa afirmação é correta, mas como o menino Juquinha que espia sua vizinha no banho, passamos a pensar somente em beleza e simplicidade, esquecendo-nos muitas vezes da função, método e processo.
Nunca me esqueço das aulas de processamento de dados no falecido curso técnico, onde quando não estávamos programando em Clipper, o professor nos fazia repetir o mantra:
Sites têm que ter fundo branco e letras pretas. Se quer destacar algo, coloque em vermelho.
De qualquer forma, não tenho a pretensão de ser o próximo Jony Ive, verdadeiro gênio do Design Industrial, mas posso de alguma maneira tentar juntar os ingredientes para atingir as metas, mesmo que o resultado não seja, necessariamente, bonito.