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Nenhuma escola de Inglês quer que você fale Inglês

Eu estava conversando com a minha mãe, e em um dos assuntos, ela me perguntou qual escola de inglês era boa para que ela fizesse matrícula. Minha resposta, sem pensar muito, foi: “nenhuma”. Claro que foi uma resposta muito negativa quanto à qualidade delas, porque devem existir algumas que são sérias coisa e tal.

Pensando nos motivos que me levam a crer nesta afirmação, é claro que poderia defender o uso da Língua Internacional Esperanto como solução para questões de entendimento de língua entre pessoas de países diferentes. Talvez seja devido ao meu estudo nesta língua, que justamente tenho essa premissa contra as tais aulinhas de inglês.

Antes de tudo, poucas pessoas se perguntam, mas qual é o motivo que temos que aprender inglês nas escolas? Acontece que nossa Lei de Diretrizes e Bases obriga todas as escolas a inclusão de uma “língua estrangeira moderna” em seus programas de ensino, sendo a escolha dela a cargo do conselho escolar e da comunidade.

 

tradução simultânea

Se todo mundo fala inglês, por que utilizamos tradutores simultâneos?

 

Então está tudo resolvido! Como todo mundo fala inglês… Só que isso não é verdade.
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Aprovação do Projeto de Lei que inclui o Esperanto como opção na LDB

A Câmara Brasileira da Língua Internacional Esperanto e a Liga Brasileira de Esperanto pedem igualdade para o Esperanto na LDB.

Toda pessoa que se junta a esta campanha aumenta nossa força de ação. Por favor, separe um minuto para ler e compartilhar este link com todos que você conhece:

LINK: http://goo.gl/WZXi8p

Vamos fazer a mudança juntos,
CBLIE

Peticao avaaz

RESUMO DA PETIÇÃO

Tramita na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei, de autoria do Senador Cristovam Buarque, que inclui a Língua Internacional Esperanto como uma opção de aprendizado no Ensino Médio. O texto da Lei maior do ensino nacional, a LDB, prevê hoje o ensino da língua pátria e de línguas estrangeiras, mas não contempla o Esperanto, que não é “língua estrangeira”, mas língua internacional de domínio público mundial, pertencente a todos os povos. O Brasil já assinou duas resoluções da UNESCO em favor do Esperanto e deve, portanto, tratá-lo com isonomia. Pelo fim dessa discriminação, pedimos que o Esperanto tenha na LDB o mesmo tratamento de todas as línguas estrangeiras.

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Câmara Brasileira da Língua Internacional Esperanto trabalha pela aprovação do PL 6162/09

Muito foi feito, mas temos um longo trabalho pela frente

A Câmara Brasileira da Língua Internacional Esperanto (CBLIE) vem trabalhando junto ao Congresso Nacional pela aprovação do Projeto de Lei 6162/09, de autoria do senador Cristovam Buarque, que propõe a inclusão optativa do ensino do Esperanto no ensino médio.
Já aprovado no Senado, o PL 6162/09 tramita agora na Câmara dos Deputados, onde é apreciado pela Comissão de Educação daquela casa. Todos os Deputados Federais membros dessa Comissão receberam da CBLIE um documento de esclarecimento às questões levantadas por alguns deles em reunião ocorrida em 18 de abril de 2012. Uma a uma, todas as críticas foram rebatidas, com exemplos práticos e concisos, de forma a desmitificar conceitos ilegítimos sobre a língua neutra internacional. A CBLIE entregou também a todos eles sua publicação “Breve Panorama da Língua Internacional Esperanto – Levantamento Sobre Seu Uso e Ensino em Âmbito Nacional e Mundial”, que apresenta uma radiografia do crescimento do Esperanto, de forma a dar subsídios para uma melhor apreciação do Projeto de Lei.
Deputado
Recentemente a Câmara Brasileira de Esperanto entregou ao Deputado Reginaldo Lopes (PT/MG), relator do projeto, além do “Breve Panorama” outras duas publicações de dois artigos apresentados em seminário científico do Centro de Línguas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da Universidade de São Paulo – USP por membros do Colegiado Acadêmico da CBLIE: “Análise das Recomendações da União Europeia para a Promoção do Plurilinguismo em Face da Língua Internacional Neutra” e “Modelo de Aprendizagem de Línguas Estrangeiras Usando o Efeito Propedêutico da Aquisição Prévia da Língua Esperanto”.

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