Você realmente acredita nisso? Pois então vejam estas capas:
Com a melhoria das tecnologias de comunicação, principalmente a velocidade (capacidade) de que as coisas acontecem, muito se falou no passado que os jornais de papel iriam morrer, engolidos pela notícia instantânea, ou clipping.
Isso realmente aconteceu, em parte. Poucas pessoas ainda esperam o entregador deixar o jornal na portaria todos os dias, ou sua revista de variedades semanais.
Em questão de horas, pautas jornalísticas são construídas ou derrubadas, e não a notícia simples dos fatos perdeu o sentido.
A sequência lógica desse dilema seriam os artigos de opinião, análise e editoriais, os quais as pessoas teriam base para formarem suas próprias ideias.
Note que usei o futuro do pretérito ou condicional: seriam e teriam.
Independente dos fatos (e das opiniões) ilustrados aí em cima, pertencem à matérias inicialmente jornalísticas, entenda factuais. Quer dizer, enquanto noticia fatos, a revista Veja tem agregado valor sentimental nos seus textos.
Não se sabe, entretanto, se essa opinião representa o que o jornalista pensa, sua editoria, ou se é o que pensa o Grupo Abril, que a revista faz parte.
Quando se mora em grandes centros, onde a vida é bastante complicada, para quase qualquer coisa que se queira fazer, é essencial que sejamos pessoas “descoladas”.
Quem vive em São Paulo, por exemplo, sofre bastante com o transporte público (apesar deste ter apresentado uma sensível melhora nos últimos anos) e com filas para muitas coisas: bancos, lanchonetes, cinemas, posto de gasolina, locais para lavar carro, órgãos públicos em geral, etc.
Vamos destacar aqui duas situações determinantes para atrasar a vida das pessoas. E lembrem-se: qualquer 5 minutos de atraso, podem representar mais de 30 minutos ao final de sua demanda. Leia mais…