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Quando a gente pensa em gerenciamento financeiro doméstico, a primeira coisa que vem em mente são aquelas tabelas cheias de fórmulas, com contas de receita e despesa, saldo inicial e final e coisas desse tipo. Entretanto nos esquecemos daquilo que considero principal, que é a disciplina em anotar o que acontece – em todos os momentos – com o seu dinheiro.
Para a contabilidade, realizar lançamentos – ou utilizando a palavra correta, a escrituração contábil – é como ter sangue circulando em suas veias, e que sem o tal, o corpo para e morre. Da mesma forma uma empresa que não sabe de onde vem e para onde vai seu dinheiro certamente vai mal das pernas.
Claro que nem todo mundo tem a paciência inteligência de andar com um caderno de notas anotando cada moedinha que volta de troco, e nem aconselho que esse controle seja feito dessa maneira. Desde que mundo é mundo, as pessoas sempre se preocuparam em facilitar seu dia a ponto de evitar a fadiga (além de passar uns dias em Tangamandápio), construindo ferramentas coisa e tal.
Voltando a falar um pouco sobre o dinheiro, já que quando estou na minha identidade secreta, é com ele que trabalho, surgiu uma tarefa de se levantar pagamentos anuais nos últimos 40 anos.
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Pois é, quem tem mais idade como o Alexandre Carvalho por exemplo, deve se lembrar que nosso rico dinheirinho já teve outros nomes, e ainda, outros valores. Só para ilustrar, a partir do glorioso ano de Nosso Senhor do meu nascimento até hoje, o dinheiro brasileiro mudou sete vezes, entre corte de zeros, de centavos ou mesmo a flutuação da moeda em dólar, antes do Plano Real. Leia mais…
Depois de alguns dias, mais um capítulo sobre dicas de educação financeira.
Se me lembro bem, nós terminamos a lição passada com uma tarefa. Vocês conseguiram? Bom, espero que sim…
Para quem não fez, segue a resposta: Leia mais…