Oi amigos!
Só para lembrar que a revista História Agora está publicando seu segundo dossiê sobre Religiões e Religiosidades no Tempo Presente e tem um artigo meu lá, falando sobre a questão da tradicionalidade das práticas religiosas em função do tempo.
Como vocês sabem esse foi o tema do meu mestrado em Ciências da Religião, ao tem acompanhado como funciona hoje a igreja Assembleia de Deus do bairro do Bom Retiro, aqui em São Paulo.
A revista está muito boa, e os artigos selecionados mostram um aspecto muito importante para o dia de hoje, que são as dificuldades e os desafios que as religiões estão encontrando, frente a um mundo que não aceita mais as práticas tradicionais.
Seja na questão da construção e do compartilhamento de conteúdo, ou mesmo na adoção de novas práticas religiosas, aparentemente vivemos em um ceticismo e, porque não, tecnocentrismo (colocamos a tecnologia/ciência em primeiro plano) imenso, onde não existe mais o fator de coerção que as práticas religiosas utilizaram ao longo do tempo.
Não que isso seja algo ruim, mas o tal do “medo de ir ao inferno” já não assusta tanto.
Não deixem de prestigiar!
Confesso que não gosto de escrever sobre assuntos que estão na moda, como as tragédias em Angra dos Reis e Haiti.
Mas de alguma forma, incomoda o fato de que a mídia em geral (e eu faço parte dela) precisa dessas “modinhas” para sobreviver.
Um teste simples: o que estava em pauta nos noticiários antes de São Pedro querer lavar a cozinha do céu? Quem se lembra?
Nossa historiografia positivista teve grande responsabilidade nisso, já que lá na escola, os assuntos são assim jogados, como que a cada época do tempo, o assunto anterior simplesmente explodisse.
Falando em escola, o que será dessas crianças que mal sabem se comunicar!? Pode perguntar para qualquer pessoa que nasceu quando o Brasil brincava de banco imobiliário com nossa economia que vão dizer categoricamente:
As crianças nas escolas estão estudando para serem analfabetizadas!
Se eu fosse conspirólogo, poderia dizer que tudo isso faz parte de um plano maior de dominação social, onde quem controla (sempre tem) poderia fazer o que desse vontade, que ninguém seria capaz de fazer nada.
Pessoas, lhes imploro, leiam e escrevam mais! Não reduzam a linguagem e a compreensão a simples sinais diacríticos como aqueles falados no mundo de Winston Smith!
No livro, a novilíngua era algo com objetivo de reduzir o vocabulário ao extremo para diminuir a capacidade de pensamento, tornando as pessoas vulneráveis ao Partido. A eliminação de sinônimos, fusão de palavras tornava a relativização impossível. As novas palavras que foram criadas tinham a intenção de tornar várias obsoletas.
A cada edição do dicionário de novilíngua menos vocabulários estavam presentes. Assim o duplipensamento fica mais fácil de ser absorvido.
E acreditem, não é legal.
A não ser que queiram ir para o Quarto 101.
via duplipensar.net
Sexta feira das bravas, você e eu aqui sem termos o que fazer senão esperar o término do expediente, feriadão prolongado coisa e tal.
Aqueeeele sono ™ pede necessariamente uma xícara de café.
Opa! Tem potencial!
A relação com café com a cidade é tão intensa, que para citar um exemplo, quando questionados sobre o que deveriam abrir mão como forma de redução de gastos, os funcionários de uma determinada empresa responderam: “tudo, menos o cafezinho!”
Seria perfeito, mas as elas também ganham com isso, uma vez que seu fator estimulante (ou cafeína) pode dar um up, ajudando assim no desempenho das atividades.