Quem trabalha em empresa de médio ou grande porte sabe o trauma que é a implantação de um ERP (sigla para enterprise resource planning ou planejamento dos recursos empresariais). Muita gente pensa que um sistema integrado, que amarra a maioria dos processos internos, e ainda é capaz de gerar relatórios de resultado é ferramenta divina que vai perdoar todos os pecados e ainda fazer celebrações de casamento, tudo isso antes do fim do expediente.
Acontece que não é assim, a implantação de algo dessa grandeza não é algo simples. As pessoas têm que conhecer seus procedimentos, desenhar fluxogramas, customizar algumas peculiaridades específicas de determinados setores, e alguns litros de café depois, talvez ter um sistema que possa começar a ser utilizado.

Depois vem o trabalho de acompanhamento e manutenção geral, onde os resultados são estudados exaustivamente, e novas correções são feitas, novos ajustes etc.
Em linhas gerais, esse é um resumo de uma empresa perfeita, com processos perfeitos e pessoas perfeitas. Claro que isso não existe.